{"id":2016,"date":"2016-01-07T12:33:12","date_gmt":"2016-01-07T12:33:12","guid":{"rendered":"http:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/?page_id=2016"},"modified":"2016-01-07T12:33:12","modified_gmt":"2016-01-07T12:33:12","slug":"analise-de-capacidade-de-carga-de-estacas-tubulares-em-areia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/graduacao\/iniciacao-cientifica\/analise-de-capacidade-de-carga-de-estacas-tubulares-em-areia\/","title":{"rendered":"An\u00e1lise de Capacidade de carga de Estacas Tubulares em Areia"},"content":{"rendered":"<p><em>Professor:<\/em> Fernando Saboya Albuquerque Junior<br \/>\n<em>E-mail:<\/em>\u00a0 saboya@uenf.br<br \/>\n<em>\u00c1rea de atua\u00e7\u00e3o:<\/em>\u00a0Geotecnia<\/p>\n<p><em>Resumo: <\/em>A necessidade de se construir estruturas com cargas cada vez mais elevadas e em terrenos com condi\u00e7\u00f5es complexas, seja on-shore ou off-shore, fez com que avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos ocorressem em projetos de funda\u00e7\u00f5es buscando um aumento na capacidade de carga e m\u00e9todos de constru\u00e7\u00e3o mais econ\u00f4micos e eficientes. Para cada situa\u00e7\u00e3o espec\u00edfica existe um tipo de estaca que melhor atende as necessidades, podendo ser cravadas (pr\u00e9-moldada de concreto, met\u00e1licas) ou escavadas (raiz, h\u00e9lice, Franki, entre outras). Atualmente, com a grande demanda por funda\u00e7\u00f5es off-shore (obras portu\u00e1rias, pontes e plataformas de petr\u00f3leo) as estacas met\u00e1licas, especialmente as tubulares, tem ganhado espa\u00e7o neste cen\u00e1rio, uma vez que nestas obras h\u00e1 a necessidade de possuir resist\u00eancia \u00e0 tra\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que estas funda\u00e7\u00f5es est\u00e3o sujeitas \u00e0 a\u00e7\u00f5es das mar\u00e9s. As estacas tubulares tem-se tornado cada vez mais populares como alternativas para as funda\u00e7\u00f5es. Principalmente as funda\u00e7\u00f5es submetidas \u00e0 tra\u00e7\u00e3o, como as de estruturas portu\u00e1rias e off-shore, de geradores e\u00f3licos e de torres de transmiss\u00e3o. As estacas utilizadas em estruturas portu\u00e1rias e off-shore est\u00e3o sujeitas \u00e0 for\u00e7as de arrancamento significativas devido \u00e0 a\u00e7\u00e3o das ondas. Existem no mercado estacas tubulares com elevada capacidade de carga, baixa energia de crava\u00e7\u00e3o e peso reduzido. Este trabalho visa investigar a influ\u00eancia do plug na capacidade de carga de estacas tubulares vazadas quando submetidas ao arrancamento atrav\u00e9s de procedimentos experimentais e computacionais. O plug \u00e9 formado pelo solo que entra na estaca devido \u00e0 crava\u00e7\u00e3o, esse solo pode desenvolver resist\u00eancia ao atrito da parede interna da estaca, impedindo assim a passagem de mais solo, tornando a estaca &#8220;plugada&#8221;. Essa for\u00e7a de atrito interno gerado pelo plug atua positivamente na capacidade de resist\u00eancia a tra\u00e7\u00e3o da estaca, quanto maior o atrito gerado maior ser\u00e1 a resist\u00eancia. O estudo de estacas tubulares se torna extremamente importante pois abre caminho para a execu\u00e7\u00e3o de estruturas cada vez maiores e em lugares cada vez mais complexos, aumentando assim a \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o e de explora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Professor: Fernando Saboya Albuquerque Junior E-mail:\u00a0 saboya@uenf.br \u00c1rea de atua\u00e7\u00e3o:\u00a0Geotecnia Resumo: A necessidade de se construir estruturas com cargas cada&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":15,"featured_media":0,"parent":235,"menu_order":26,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2016","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2016","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/15"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2016"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2016\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/235"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2016"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}