{"id":2052,"date":"2016-01-07T13:25:14","date_gmt":"2016-01-07T13:25:14","guid":{"rendered":"http:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/?page_id=2052"},"modified":"2016-01-07T13:25:29","modified_gmt":"2016-01-07T13:25:29","slug":"como-diferentes-processos-de-moagem-influenciam-na-atividade-pozolanica-de-cinzas-da-palha-da-cana-de-acucar","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/graduacao\/iniciacao-cientifica\/como-diferentes-processos-de-moagem-influenciam-na-atividade-pozolanica-de-cinzas-da-palha-da-cana-de-acucar\/","title":{"rendered":"Como diferentes processos de moagem influenciam na atividade pozol\u00e2nica de cinzas da palha da cana de a\u00e7\u00facar"},"content":{"rendered":"<p><em>Professor:<\/em> Guilherme Chagas Cordeiro<br \/>\n<em>E-mail:<\/em>\u00a0 gcc@uenf.br<br \/>\n<em>\u00c1rea de atua\u00e7\u00e3o:<\/em>\u00a0Estruturas<br \/>\n<em>Resumo:<\/em> Introduzida desde o per\u00edodo colonial, a cana de a\u00e7\u00facar \u00e9 uma das principais culturas do setor agr\u00edcola brasileiro. O Brasil produziu, em 2014, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica, cerca de 680 milh\u00f5es de toneladas de cana de a\u00e7\u00facar. Com isso, a ind\u00fastria sucroalcoleira gera uma grande quantidade de res\u00edduos l\u00edquidos e s\u00f3lidos, dentre eles a palha da cana de a\u00e7\u00facar. Alguns desses subprodutos j\u00e1 s\u00e3o reaproveitados dentro da cadeia produtiva como, por exemplo, a utiliza\u00e7\u00e3o do baga\u00e7o para a produ\u00e7\u00e3o do etanol e como biomassa em processos de cogera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica. Estudos cient\u00edficos tamb\u00e9m apontam a utiliza\u00e7\u00e3o da cinza do baga\u00e7o da cana de a\u00e7\u00facar como pozolana, ou seja, um material que pode ser utilizado em substitui\u00e7\u00e3o parcial do cimento Portland. Na busca por agregar o mesmo valor ao res\u00edduo de palha da cana de a\u00e7\u00facar, este trabalho tem por objetivo avaliar a influ\u00eancia da substitui\u00e7\u00e3o parcial de cimento por cinzas da palha de cana com diferentes granulometrias. Inicialmente, uma cinza foi produzida em uma queima n\u00e3o controlada na UNESP, no munic\u00edpio de Ilha Solteira\/SP. O tempo m\u00e9dio de queima foi de 36 horas e a temperatura ao longo desse processo atingiu cerca de 850\u00b0C, ficando acima dos 600\u00b0C durante aproximadamente 18 horas. A cinza foi mo\u00edda em um moinho de bolas at\u00e9 um D50 igual a 13,8 \u03bcm. Em seguida, duas amostras da cinza mo\u00edda foram novamente cominu\u00eddas em moinho planet\u00e1rio com utiliza\u00e7\u00e3o de 3% de aditivo de moagem e em moinho atritor a \u00famido com \u00e1lcool absoluto at\u00e9 que os valores de D50 foram reduzidos para 8,5 \u03bcm e 1,6 \u03bcm, respectivamente. As tr\u00eas cinzas foram caracterizadas com uso de t\u00e9cnicas de difrac\u0327a\u0303o de raios X, granulometria a laser, massa espec\u00edfica, superf\u00edcie espec\u00edfica BET, composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e \u00edndice de pozolanicidade pelo m\u00e9todo da condutividade el\u00e9trica (L\u00faxan). Pastas foram produzidas com rela\u00e7\u00e3o \u00e1gua\/s\u00f3lido igual 0,45 e teores de cinza da palha iguais a 0 (refer\u00eancia), 10 e 20% (em massa) e submetidas a an\u00e1lise da hidrata\u00e7\u00e3o por calorimetria isot\u00e9rmica e da resist\u00eancia \u00e0 compress\u00e3o pela ruptura de corpos de prova cil\u00edndricos. Foi poss\u00edvel observar que os diferentes processos de moagem foram eficientes na obten\u00e7\u00e3o de cinzas com diferentes granulometrias. A diminui\u00e7\u00e3o do tamanho m\u00e9dio das part\u00edculas possibilitou um aumento da superf\u00edcie especifica e, por consequ\u00eancia, um aumento da atividade pozol\u00e2nica das cinzas obtidas. Al\u00e9m disso, a substitui\u00e7\u00e3o de cimento por cinza acarretou mudan\u00e7as expressivas na cin\u00e9tica de hidrata\u00e7\u00e3o do cimento nos dias inicias de cura.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Professor: Guilherme Chagas Cordeiro E-mail:\u00a0 gcc@uenf.br \u00c1rea de atua\u00e7\u00e3o:\u00a0Estruturas Resumo: Introduzida desde o per\u00edodo colonial, a cana de a\u00e7\u00facar \u00e9&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":15,"featured_media":0,"parent":235,"menu_order":33,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2052","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2052","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/15"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2052"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2052\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/235"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2052"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}