{"id":2057,"date":"2016-01-07T13:29:29","date_gmt":"2016-01-07T13:29:29","guid":{"rendered":"http:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/?page_id=2057"},"modified":"2016-01-07T13:32:53","modified_gmt":"2016-01-07T13:32:53","slug":"caracterizacao-da-cinza-da-folha-do-milho-visando-seu-emprego-como-material-cimenticio-suplementar","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/graduacao\/iniciacao-cientifica\/caracterizacao-da-cinza-da-folha-do-milho-visando-seu-emprego-como-material-cimenticio-suplementar\/","title":{"rendered":"Caracteriza\u00e7\u00e3o da cinza da folha do milho visando seu emprego como material ciment\u00edcio suplementar"},"content":{"rendered":"<p><em>Professor:<\/em> Guilherme Chagas Cordeiro<br \/>\n<em>E-mail:<\/em>\u00a0 gcc@uenf.br<br \/>\n<em>\u00c1rea de atua\u00e7\u00e3o:<\/em>\u00a0Estruturas<br \/>\n<em>Resumo:<\/em> A utiliza\u00e7\u00e3o de pozolanas para a produ\u00e7\u00e3o de concretos e argamassas n\u00e3o \u00e9 assunto novo. Gregos e Romanos utilizaram pozolanas (cinzas vulc\u00e2nicas) como materiais de constru\u00e7\u00e3o em \u00e9pocas e locais diferentes em algumas obras que persistem at\u00e9 o presente. Atualmente, a engenharia est\u00e1 em um novo ciclo no que diz respeito ao uso desse tipo de material em substitui\u00e7\u00e3o parcial do cimento Portland, especialmente porque o mercado se faz cada vez mais exigente, principalmente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sustentabilidade e durabilidade das constru\u00e7\u00f5es. Em vista disso, o uso de pozolanas pode suprir tais necessidades, conferindo certas caracter\u00edsticas especiais aos materiais de base ciment\u00edcia. Pozolanas podem ter origens diversas e um tipo espec\u00edfico tem merecido a aten\u00e7\u00e3o de pesquisadores nas \u00faltimas d\u00e9cadas, como cinzas oriundas da queima da casca de arroz, do baga\u00e7o da cana-de-a\u00e7\u00facar e do capim elefante. Neste escopo, a presente pesquisa tem como objetivo a avalia\u00e7\u00e3o da viabilidade t\u00e9cnica do uso da cinza da folha do milho como pozolana, ou seja, para emprego em sistemas ciment\u00edcios. Inicialmente, folhas de milho secas foram coletadas no munic\u00edpio de Vi\u00e7osa\/MG. Em seguida as amostras foram seccionadas e lavadas em \u00e1gua corrente, para facilitar o manuseio e limpar as impurezas da planta in natura. Feito isso, a palha foi seca em estufa por 48 h a 60\u00baC e separada em duas partes. Uma das partes foi lixiviada em solu\u00e7\u00e3o de HCl (1 N) a 90\u00baC por duas, filtrada ap\u00f3s sucessivas lavagens com \u00e1gua deionizada e seca em estufa novamente por 48 h a 60\u00baC. A outra parte foi mantida in natura. Ap\u00f3s, ambas as partes de folha foram calcinadas em forno mufla em dois patamares a 350\u00ba C e 600 \u00ba C (3 h em cada patamar) com uma taxa de aquecimento de 10\u00ba C\/min. Por fim, ambas as cinzas da palha do milho ser\u00e3o mo\u00eddas em moinho planet\u00e1rio para um granulometria com tamanho m\u00e9dia menor que 10 \u03bcm. Posteriormente ser\u00e3o realizados ensaios de caracteriza\u00e7\u00e3o das cinzas com o uso das t\u00e9cnicas de espectroscopia por fluoresc\u00eancia de raios X, difra\u00e7\u00e3o de raios X, perda ao fogo, condutividade el\u00e9trica, microscopia eletr\u00f4nica de varredura e calorimetria isot\u00e9rmica. Os resultados ser\u00e3o confrontados entre si e com dados da literatura de forma a identificar o potencial pozol\u00e2nico da cinza produzida pela queima da folha do milho.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Professor: Guilherme Chagas Cordeiro E-mail:\u00a0 gcc@uenf.br \u00c1rea de atua\u00e7\u00e3o:\u00a0Estruturas Resumo: A utiliza\u00e7\u00e3o de pozolanas para a produ\u00e7\u00e3o de concretos e&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":15,"featured_media":0,"parent":235,"menu_order":34,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2057","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2057","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/15"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2057"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2057\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/235"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2057"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}