{"id":825,"date":"2015-01-12T11:42:44","date_gmt":"2015-01-12T11:42:44","guid":{"rendered":"http:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/?page_id=825"},"modified":"2016-12-01T20:22:24","modified_gmt":"2016-12-01T20:22:24","slug":"adilson-marcio-coelho-geotecnia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/pos-graduacao\/dissertacoes-de-mestrado\/adilson-marcio-coelho-geotecnia\/","title":{"rendered":"Adilson Marcio Coelho-Geotecnia"},"content":{"rendered":"<h5><strong>UTILIZA\u00c7\u00c3O DE GEOPROCESSAMENTO NO PLANEJAMENTO DO USO DAS TERRAS PARA O DESENVOLVIMENTO URBANO DO MUNIC\u00cdPIO DE S\u00c3O FRANCISCO DO ITABAPOANA \/ RJ <\/strong><\/h5>\n<p align=\"justify\"><em>Orientador:<\/em> Maria da Gl\u00f3ria Alves<br \/>\n<em>Co-orientador:<\/em> Doracy Pessoa Ramos<br \/>\n<em>Co-orientador:<\/em> S\u00e9rgio Tibana<br \/>\n<em>N\u00edvel:<\/em> Mestrado<br \/>\n<em>\u00c1rea de Concentra\u00e7\u00e3o:<\/em> Geotecnia<br \/>\n<em>Situa\u00e7\u00e3o:<\/em> Conclu\u00edda \u2013 Julho\/2008<\/p>\n<p><em>Resumo:<\/em> O munic\u00edpio de S\u00e3o Francisco do Itabapoana est\u00e1 localizado no litoral norte do Estado do Rio de Janeiro. Sua posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, associada \u00e0s suas caracter\u00edsticas sociais, econ\u00f4micas e ambientais n\u00e3o deixam duvidas do seu potencial para o desenvolvimento urbano. A exemplo da maioria dos munic\u00edpios do estado, S\u00e3o Francisco do Itabapoana n\u00e3o possui mapas e instrumentos para nortear os planejadores municipais em suas atividades. Como conseq\u00fc\u00eancia v\u00e1rias localidades v\u00eam experimentando um desenvolvimento urbano em ambientes geol\u00f3gico-geot\u00e9cnico inadequados, surgindo problemas como o elevado n\u00edvel do len\u00e7ol fre\u00e1tico, falta de capacidade de suporte de carga dos solos, inunda\u00e7\u00f5es, polui\u00e7\u00e3o do aq\u00fc\u00edfero livre, dentre outros. O prop\u00f3sito final desta disserta\u00e7\u00e3o foi de elaborar o mapa de favorabilidade de uso e ocupa\u00e7\u00e3o do solo para fins urbanos e correlacion\u00e1-lo ao impacto ambiental advindo do processo de urbaniza\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio. Para isso foram usadas duas metodologias: sobreposi\u00e7\u00e3o simples e an\u00e1lise multi crit\u00e9rio. Em ambos os casos foram obtidos documentos intermedi\u00e1rios imprescind\u00edveis ao planejamento urbano. Na primeira metodologia foram elaborados os mapas geol\u00f3gico-geot\u00e9cnico, declividade e o mapa de restri\u00e7\u00e3o ambiental. O mapa de favorabilidade de uso e ocupa\u00e7\u00e3o do solo foi obtido sobrepondo todos os mapas acompanhados de informa\u00e7\u00f5es de campo.<br \/>\nA segunda metodologia utilizou indicadores pedol\u00f3gicos e an\u00e1lise multi crit\u00e9rio para confeccionar o mapa de favorabilidade \u00e0 instala\u00e7\u00e3o de edifica\u00e7\u00f5es, rede de esgoto e arruamento. Ap\u00f3s ter atribu\u00eddo o peso conveniente a cada plano de informa\u00e7\u00e3o foi gerado o mapa de favorabilidade de uso e ocupa\u00e7\u00e3o do solo para fins urbano parcial. A sobreposi\u00e7\u00e3o deste, ao mapa de restri\u00e7\u00f5es ambientais gerou o mapa de favorabilidade de uso do solo para fins urbano definitivo. A an\u00e1lise multi crit\u00e9rio possibilitou a confec\u00e7\u00e3o de um mapa mais conservador na delibera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas propicias \u00e0 urbaniza\u00e7\u00e3o do que o m\u00e9todo da sobreposi\u00e7\u00e3o simples. O uso das t\u00e9cnicas de geoprocessamento, atrav\u00e9s do sensoriamento remoto, SIG e GPS, agilizaram a elabora\u00e7\u00e3o dos mapas sendo de fundamental import\u00e2ncia no trabalho.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>UTILIZA\u00c7\u00c3O DE GEOPROCESSAMENTO NO PLANEJAMENTO DO USO DAS TERRAS PARA O DESENVOLVIMENTO URBANO DO MUNIC\u00cdPIO DE S\u00c3O FRANCISCO DO ITABAPOANA&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"parent":807,"menu_order":1,"comment_status":"open","ping_status":"open","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-825","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/825","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=825"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/825\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/807"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/cct\/leciv\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=825"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}