{"id":143,"date":"2022-06-13T12:17:44","date_gmt":"2022-06-13T15:17:44","guid":{"rendered":"https:\/\/uenf.br\/ccta\/lef\/?page_id=143"},"modified":"2023-08-14T17:01:09","modified_gmt":"2023-08-14T20:01:09","slug":"clinica-fitossanitaria-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/uenf.br\/ccta\/lef\/atividades-de-extensao-e-servicos-prestados-a-comunidade\/clinica-fitossanitaria-2\/","title":{"rendered":"Cl\u00ednica Fitossanit\u00e1ria"},"content":{"rendered":"<p><strong>CONTATO<em><br \/>\n<\/em><\/strong><br \/>\nE-mail<em>\u00a0\u00a0clinica@uenf.br\u00a0 \u00a0||\u00a0\u00a0\u00a0<\/em>Telefone<em>\u00a0\u00a0(22) 2739 7258<\/em><\/p>\n<p>Respons\u00e1vel T\u00e9cnico: <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/9596035619604047\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Vicente Mussi-Dias<\/a> (D.Sc. &#8211; Produ\u00e7\u00e3o Vegetal \/ Fitossanidade)<\/p>\n<p><strong><br \/>\nDESCRI\u00c7\u00c3O\u00a0GERAL<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>A Cl\u00ednica Fitossanit\u00e1ria da UENF presta servi\u00e7os de diagnose de doen\u00e7as de plantas de diferentes culturas agr\u00edcolas desde 1995, principalmente daquelas ocasionadas por\u00a0 fungos, bact\u00e9rias e nematoides fitopatog\u00eanicos, bem como de doen\u00e7as abi\u00f3ticas. amostras de insetos e pragas agr\u00edcolas s\u00e3o repassadas a outros especialistas e laborat\u00f3rios da UENF.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, amostras de plantas e solo t\u00eam sido recebidas de produtores, t\u00e9cnicos extensionistas, pesquisadores, agentes da defesa vegetal de \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o p\u00fablica e de cultivadores, sendo catalogadas para determinar a import\u00e2ncia e a incid\u00eancia de doen\u00e7as e pragas em diversos tipos de hospedeiros, tra\u00e7ando um panorama que simplifique as medidas fitossanit\u00e1rias a serem tomadas na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>As an\u00e1lises de laboratoriais se resumem na identifica\u00e7\u00e3o dos sintomas, isolamentos dos microrganismos cultiv\u00e1veis e identifica\u00e7\u00e3o dos mesmos. Ao mesmo tempo em que proporciona um atendimento altamente especializado, a cl\u00ednica fitossanit\u00e1ria garante oportunidade de treinamento aos alunos, futuros Engenheiros Agr\u00f4nomos e Bi\u00f3logos, mediante a condu\u00e7\u00e3o de projetos de extens\u00e3o, monografias de conclus\u00e3o de curso e est\u00e1gios supervisionados. Tamb\u00e9m tem papel importante no aperfei\u00e7oamento de Mestrandos, Doutorandos e P\u00f3s-doutores nas \u00e1reas correlatas \u00e0 Fitopatologia.<\/p>\n<p>Os principais usu\u00e1rios dos servi\u00e7os da Cl\u00ednica Fitossanit\u00e1ria da UENF s\u00e3o produtores rurais, t\u00e9cnicos da extens\u00e3o rural (Emater) e de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos municipais, estaduais e federais (Defesa Vegetal e Secretarias), pesquisadores da pr\u00f3pria UENF e Pesagro-Rio, estudantes etc&#8230; A maioria das amostras recebidas \u00e9 origin\u00e1ria de lavouras do norte e noroeste-fluminense, sul do ES e regi\u00e3o Norte de MG.<\/p>\n<p class=\"npagina\">Instru\u00e7\u00f5es para coleta e remessa de amostras:<\/p>\n<p>CUIDADOS GERAIS<br \/>\n1. Antes de coletar amostras, averigue, por <a href=\"http:\/\/www.uenf.br\/uenf\/centros\/ccta\/lpp\/fitopatologia\/index.html?cod_pag=319&amp;grupo=fitopatologia&amp;tabela=materias&amp;desc_pag=Endere\u00e7o+para+envio+de+amostras+e+contatos&amp;cmod=1&amp;lang==\">via telef\u00f4nica ou E.mail<\/a>, se o laborat\u00f3rio poder\u00e1 receber as amostras na ocasi\u00e3o.<br \/>\n2. Evite o envio de amostras nas sextas-feiras e finais de semana.<br \/>\n3. Preencher a ficha de informa\u00e7\u00f5es e enviar junto com cada amostra. Amostras sem informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o ser\u00e3o analisadas e ser\u00e3o automaticamente descartadas.<br \/>\n4. Embalar as amostras separadamente e identific\u00e1-las.<br \/>\n5. A embalagem deve trazer os dizeres: \u201camostra para diagn\u00f3stico\u201d.<br \/>\n6. A amostra jamais deve ser congelada.<br \/>\n7. Ap\u00f3s a coleta, a amostra deve chegar ao destino no menor tempo poss\u00edvel.<br \/>\n8. N\u00e3o transportar as amostras em porta-malas de carro (a menos que estejam dentro de caixa de isopor), nem em carrocerias, sem embalagem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>CUIDADOS NA COLETA DAS AMOSTRAS<br \/>\n1. Antes de coletar a amostra, examine bem as plantas, inclusive as ra\u00edzes (se poss\u00edvel), a procura de sintomas.<br \/>\n2. Colete todas as partes da planta com sintomas observados. Colete tamb\u00e9m o colo e as ra\u00edzes de plantas com amarelecimento ou murcha.<br \/>\n3. No caso de plantas pequenas, colete a planta inteira, com as ra\u00edzes.<br \/>\n4. Coletar s\u00f3 plantas com partes sadia e doente, e n\u00e3o j\u00e1 totalmente mortas.<br \/>\n5. Nunca colete uma \u00fanica planta ou parte dela. Colete um n\u00famero razo\u00e1vel (no m\u00ednimo tr\u00eas ou mais), considerando, por\u00e9m, o custo do transporte.<br \/>\n6. De plantas raqu\u00edticas, com sintomas de defici\u00eancias nutricionais, em \u00e1reas localizadas no plantio, coletar tamb\u00e9m amostra do colo e ra\u00edzes, retirando-as com cuidado e coletar amostras de solo. Coleta-se, na proje\u00e7\u00e3o da copa, amostra de solo at\u00e9 25-30cm de profundidade. Coletar 10 a 20 amostras por ha, misturar e retirar \u00b1 1kg de solo para an\u00e1lise. Coletar amostra separada, tamb\u00e9m, de \u00e1rea com plantas sadias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>PREPARO DAS AMOSTRAS PARA REMESSA AO LABORAT\u00d3RIO<br \/>\nA amostra deve chegar ao laborat\u00f3rio o mais r\u00e1pido poss\u00edvel ap\u00f3s a coleta, preferencialmente, ainda fresca. Caso contr\u00e1rio, alguns cuidados gerais devem ser tomados:<br \/>\n1. Se a chegada prevista ao laborat\u00f3rio for at\u00e9 um dia ap\u00f3s a coleta, embale a amostra em saco de papel. Se usar sacos pl\u00e1sticos, fa\u00e7a pequenos furos. Em tempo quente, transportar as amostras em caixa de isopor.<br \/>\n2. Com previs\u00e3o de chegada entre um e dois dias ap\u00f3s a coleta, amostra de planta herb\u00e1cea deve ser colocada entre folhas de jornal umedecidas com \u00e1gua (se poss\u00edvel gelada), dentro de saco pl\u00e1stico n\u00e3o furado e transportada em caixa de isopor, contendo, se poss\u00edvel, alguns cubos de gelo. Se isso n\u00e3o for poss\u00edvel, e em \u00e9pocas mais frias do ano, amostras de plantas pouco suculentas podem ser enviadas como descrito no \u00edtem anterior.<br \/>\n3. Se a chegada prevista ao laborat\u00f3rio for superior a dois dias, a amostra de planta herb\u00e1cea deve ser prensada (herborizada) entre jornais, trocando-os sempre que for necess\u00e1rio, at\u00e9 ficarem devidamente secas (as folhas se quebram ao serem dobradas) e as amostras de frutos e \u00f3rg\u00e3os suculentos podem ser enviadas dentro de l\u00edquidos conservantes, tal como etanol 70% (mistura de \u00e1lcool hidratado comercial 96% e \u00e1gua, na propor\u00e7\u00e3o de 3:1). Obs.: Se houver suspeita de doen\u00e7as causadas por v\u00edrus, as amostras n\u00e3o devem ser herborizadas, devendo chegar frescas ao laborat\u00f3rio.<br \/>\n4. Ap\u00f3s ligeira secagem, enviar caule e ra\u00edzes lenhosos, em caixa de papel\u00e3o.<br \/>\n5. Amostras de solo n\u00e3o podem secar ou ficar expostas a altas temperaturas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>ENDERE\u00c7O PARA ENVIO DE AMOSTRAS<br \/>\nUENF &#8211; Universidade Estadual do Norte Fluminense<br \/>\nCl\u00ednica Fitossanit\u00e1ria \u2013 Pr\u00e9dio P5<br \/>\nAv. Alberto Lamego, 2000, Horto 28.013-600 Campos dos Goytacazes &#8211; RJ<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o: prof. <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/9928206009695111\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Silvaldo Felipe da Silveira<\/a> (D.Sc. &#8211; Agronomia \/ Fitopatologia)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CONTATO E-mail\u00a0\u00a0clinica@uenf.br\u00a0 \u00a0||\u00a0\u00a0\u00a0Telefone\u00a0\u00a0(22) 2739 7258 Respons\u00e1vel T\u00e9cnico: Vicente Mussi-Dias (D.Sc. &#8211; Produ\u00e7\u00e3o Vegetal \/ Fitossanidade) DESCRI\u00c7\u00c3O\u00a0GERAL A Cl\u00ednica Fitossanit\u00e1ria da&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":21,"featured_media":0,"parent":84,"menu_order":9,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-143","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/ccta\/lef\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/143","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/ccta\/lef\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/ccta\/lef\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/ccta\/lef\/wp-json\/wp\/v2\/users\/21"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/ccta\/lef\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=143"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/uenf.br\/ccta\/lef\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/143\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/ccta\/lef\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/84"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/ccta\/lef\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=143"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}