{"id":711,"date":"2015-09-04T22:56:35","date_gmt":"2015-09-04T22:56:35","guid":{"rendered":"http:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/?page_id=711"},"modified":"2015-09-04T22:56:50","modified_gmt":"2015-09-04T22:56:50","slug":"dissertacoes-de-mestrado-2009-bruno-magno-gomes-ramos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/es\/dissertacoes-de-mestrado-2009-bruno-magno-gomes-ramos\/","title":{"rendered":"Disserta\u00e7\u00f5es de Mestrado 2009 &#8211;  Bruno Magno Gomes Ramos"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Resumo: <\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Apresenta-se, neste trabalho, procedimentos simples para quantificar a capacidade in situ de funda\u00e7\u00f5es profundas atrav\u00e9s dos resultados com provas de carga de carregamento est\u00e1tico relacionando-os com m\u00e9todos determin\u00edsticos baseado em sondagens SPT. O principal objetivo destas an\u00e1lises \u00e9 apresentar uma forma racional de avaliar a influ\u00eancia das incertezas inerentes aos par\u00e2metros sobre o c\u00e1lculo da carga \u00faltima, e neste \u00e2mbito, inferir sobre fatores de seguran\u00e7a adequados \u00e0 considerada confiabilidade admiss\u00edvel. O resultado \u00e9 apresentado, na forma ling\u00fc\u00edstica, como seguran\u00e7a da funda\u00e7\u00e3o, sendo esta, modelada matematicamente atrav\u00e9s da ferramenta l\u00f3gica fuzzy. O banco de dados de prova de carga utilizado \u00e9 baseado na an\u00e1lise feita por Magalh\u00e3es (2005), onde s\u00e3o selecionadas 60 provas de cargas de um total de 202 ensaios \u00e0 compress\u00e3o em estacas h\u00e9lice cont\u00ednua organizados por Alonso (2000, 2002, 2004). O banco de dados apresenta ainda os perfis dos solos, di\u00e2metros e profundidades de cada ensaio. Em fun\u00e7\u00e3o dos resultados obtidos de um trabalho que tinha o objetivo de avaliar os m\u00e9todos de capacidade de carga e recalque de estacas h\u00e9lice cont\u00ednua via prova de carga, no presente trabalho \u00e9 utilizado os m\u00e9todos de previs\u00e3o de capacidade de carga, em sua forma original, que obtiveram resultados mais satisfat\u00f3rios. Estes s\u00e3o: M\u00e9todo Aoki &amp; Velloso (1975), M\u00e9todo Monteiro (2000), M\u00e9todo D\u00e9court-Quaresma (1978, 1982) e M\u00e9todo Antunes &amp; Cabral (1996). A capacidade de carga \u00e9 calculada baseada no m\u00e9todo do v\u00e9rtice. Este utiliza o conceito de n\u00fameros fuzzy, onde aplica-se uma varia\u00e7\u00e3o nos valores dos \u00edndices de resist\u00eancia \u00e0 penetra\u00e7\u00e3o do ensaio SPT, a espessura das camadas dos perfis de solo, o di\u00e2metro das estacas e os \u00edndices emp\u00edricos dos m\u00e9todos de c\u00e1lculo. Desta maneira, o resultado se apresenta na forma de um conjunto fuzzy de capacidade de carga, onde \u00e9 fornecido um maior n\u00famero de informa\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o a um simples valor de capacidade de carga. Em posse da capacidade de carga real e a capacidade calculada, tem-se o fator de seguran\u00e7a real. Uma metodologia utilizando a ferramenta da l\u00f3gica difusa, e analisando o fator de seguran\u00e7a apresentado, \u00e9 poss\u00edvel classificar a estaca analisada em fun\u00e7\u00e3o da sua estabilidade. Deste modo, al\u00e9m de confirmar a efic\u00e1cia na utiliza\u00e7\u00e3o da l\u00f3gica difusa na aplica\u00e7\u00e3o em funda\u00e7\u00f5es profundas, esta se apresenta uma excelente ferramenta de an\u00e1lise tanto da confiabilidade dos m\u00e9todos de c\u00e1lculo quanto na estabilidade das funda\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><a href=\"#\">Veja mais.<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo: Apresenta-se, neste trabalho, procedimentos simples para quantificar a capacidade in situ de funda\u00e7\u00f5es profundas atrav\u00e9s dos resultados com provas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-711","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/es\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/711","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/es\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/es\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/es\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/es\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=711"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/es\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/711\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/es\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=711"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}