{"id":1808,"date":"2017-03-02T13:43:40","date_gmt":"2017-03-02T13:43:40","guid":{"rendered":"http:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/?page_id=1808"},"modified":"2017-03-02T13:55:10","modified_gmt":"2017-03-02T13:55:10","slug":"dissertacoes-de-mestrado-2016-jaldah-manhaes-correa","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/dissertacoes-de-mestrado-2016\/dissertacoes-de-mestrado-2016-jaldah-manhaes-correa\/","title":{"rendered":"Disserta\u00e7\u00f5es de Mestrado 2016 \u2013 JALDAH MANH\u00c3ES CORR\u00caA"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Resumo<br \/>\nFunda\u00e7\u00f5es de estruturas offshore, como exemplo, de aero geradores s\u00e3o frequentemente submetidas a esfor\u00e7os de tra\u00e7\u00e3o devido \u00e0 a\u00e7\u00e3o de ondas, ventos e outros mecanismos. Neste sentido estudos de arrancamento em estacas tubulares vazadas com intuito de investigar o efeito do reenchimento interno na capacidade de carga ao arrancamento destas estacas s\u00e3o importantes. Este trabalho investigou a influ\u00eancia do preenchimento interno na capacidade de carga ao arrancamento de estacas tubulares vazadas de a\u00e7o com a ponta aberta, atrav\u00e9s de duas etapas de ensaios de arrancamento em modelos em escala reduzida, a 20g, realizados em uma centrifuga geot\u00e9cnica. Em todos os ensaios (modelos), uma estaca modelo de comprimento igual a 300 mm e di\u00e2metro externo e interno iguais respectivamente a 50,12 e 47,15 mm, foi cravada a 1g, atrav\u00e9s de um macaco hidr\u00e1ulico, sempre em uma mesma areia industrial normalizada (N\u00famero 50) adquirida do Instituto de Pesquisa Tecnol\u00f3gico (IPT), com coeficiente de uniformidade (CU) igual a 1,3 e com compacidade relativa inicial de 39 %. A primeira etapa de ensaios visou investigar a influ\u00eancia da altura do preenchimento interno na capacidade de carga ao arrancamento, sendo este confeccionado artificialmente com a mesma areia utilizada para a crava\u00e7\u00e3o, por\u00e9m na compacidade relativa de 70% e com alturas correspondentes a 0%, 25%, 50%, 75% e 100% do comprimento enterrado da estaca (277 mm). A segunda etapa de ensaios visou investigar a influ\u00eancia da melhoria do coeficiente de uniformidade (CU) do preenchimento interno na capacidade de carga ao arrancamento, isto para o preenchimento interno igual a 100% do comprimento enterrado da estaca, atrav\u00e9s de quatro areias mal graduadas com CU igual a 1,3 e misturas destas areias com CU iguais a 4 e 7, todos tamb\u00e9m confeccionados com compacidade relativa de 70 %. Os resultados mostraram que a rela\u00e7\u00e3o entre \u0394Q (diferen\u00e7a da carga de pico da estaca com preenchimento interno e a carga de pico da estaca vazia) e a altura do preenchimento interno apresentou-se de forma linear com aproximadamente 90 % da mobiliza\u00e7\u00e3o do peso do interior da estaca, e por outro lado a rela\u00e7\u00e3o entre \u0394Q e o CU apresentou-se de forma n\u00e3o linear. A an\u00e1lise do par\u00e2metro Ku foi feita atrav\u00e9s de retroan\u00e1lises utilizando-se a equa\u00e7\u00e3o proposta por Meyerhof (1973). Considerando uma varia\u00e7\u00e3o linear entre \u0394Q e a altura do preenchimento interno foi obtida uma rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o linear de Ku com a\u00a0altura do preenchimento interno, onde Ku decresce com o aumento da altura do preenchimento. Paik e Lee (1993) e Nicola e Randolph (1997) encontraram tamb\u00e9m, para estacas plugadas e cravadas em areia, por\u00e9m para ensaios de compress\u00e3o, valores de coeficiente de empuxo (K) decrescentes com o aumento da altura do plug.<\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><a href=\"http:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2017\/03\/Disserta\u00e7\u00e3o-de-Mestrado_Jaldah-Manh\u00e3es-Corr\u00eaa.pdf\">Download aqui<\/a><\/p>\n<p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo Funda\u00e7\u00f5es de estruturas offshore, como exemplo, de aero geradores s\u00e3o frequentemente submetidas a esfor\u00e7os de tra\u00e7\u00e3o devido \u00e0 a\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":0,"parent":1539,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-1808","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1808","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1808"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1808\/revisions"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1539"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/engenharia-civil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1808"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}