{"id":17,"date":"2013-12-17T17:25:54","date_gmt":"2013-12-17T17:25:54","guid":{"rendered":"http:\/\/uenf.br\/pos-graduacao\/producao-vegetal\/?page_id=17"},"modified":"2023-10-20T10:28:55","modified_gmt":"2023-10-20T13:28:55","slug":"disciplinas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/producao-vegetal\/disciplinas\/","title":{"rendered":"Disciplinas"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"post-19\">\n<div>\n<h1>Ementas<\/h1>\n<\/div>\n<div>\n<p>As disciplinas s\u00e3o codificadas por tr\u00eas letras mai\u00fasculas, referentes ao Laborat\u00f3rio que a ministra, seguidas pelo n\u00famero de cr\u00e9ditos, em ar\u00e1bico, este descrito entre par\u00eantesis por aulas te\u00f3ricas e pr\u00e1ticas, e o semestre em que \u00e9 oferecida, especificado por I ou II, para primeiro e segundo semestres respectivamente. Por fim, segue-se o c\u00f3digo da disciplina pr\u00e9-requisito, quando houver.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>DISCIPLINAS DA \u00c1REA DE CONCENTRA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><strong>EAG 3700 Estat\u00edstica Aplicada I 4 (68+00) I e II<br \/>\n(Prof. Marcelo Vivas, Prof. Rog\u00e9rio Figueiredo Daher &#8211; coord. e Prof. Geraldo de Amaral Gravina)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nSomat\u00f3rio e Produt\u00f3rio. Medidas de posi\u00e7\u00e3o e de dispers\u00e3o. Distribui\u00e7\u00e3o normal univariada. Teste de hip\u00f3teses. Princ\u00edpios experimentais. O delineamento inteiramente casualizado. O delineamento em blocos casualizados. O delineamento quadrado latino. Testes de compara\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas. contrastes. Experimentos fatoriais em parcelas subdivididas. Regress\u00e3o linear simples e m\u00faltipla.<\/p>\n<p><strong>EAG 3710 Secagem de Produtos Agr\u00edcolas 3 (51+00)<br \/>\n(Prof. Pedro Amorim Berbert)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nPropriedades Psicrom\u00e9tricas do Ar; Teor de \u00c1gua de Equil\u00edbrio; Movimenta\u00e7\u00e3o de Ar em Sistemas de Secagem e Aera\u00e7\u00e3o; Balan\u00e7o de energia em Processos de Secagem; Matem\u00e1tica da Difus\u00e3o. Teoria e Simula\u00e7\u00e3o de Secagem de Produtos Agr\u00edcolas.<\/p>\n<p><strong>EAG 3821 Balan\u00e7o de energia por sensoriamento remoto 3 (34+34)<br \/>\n(Prof. Jos\u00e9 Carlos Mendon\u00e7a \u2013 Coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o. Radia\u00e7\u00e3o Solar. Balan\u00e7o de Radia\u00e7\u00e3o. Balan\u00e7o de Energia. Temperatura do ar e do solo. Umidade do ar. Vento. Evapotranspira\u00e7\u00e3o. Precipita\u00e7\u00e3o. Conceitos de Sensoriamento remoto. Considera\u00e7\u00f5es sobre o espectro eletromagn\u00e9tico. Sistemas de Sensoriamento Remoto. Intera\u00e7\u00e3o da Radia\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica _ REM coma vegeta\u00e7\u00e3o. O Algoritmo SEBAL. Principais sat\u00e9lites em uso na atualidade. Tipos de trajet\u00f3rias dos sat\u00e9lites. Conceito de Imagem de Sat\u00e9lite. Dom\u00ednios de resolu\u00e7\u00e3o: conceitos de resolu\u00e7\u00e3o espacial, temporal, espectral e radiom\u00e9trica. Composi\u00e7\u00e3o de bandas espectrais (RGB). Diferentes formas de interpreta\u00e7\u00f5es. Principais softwares para Geoprocessamento e SIG.<\/p>\n<p><strong>EAG 3810 Estat\u00edstica Aplicada II 3 (51+00) I\u00a0 (EAG 3700)<br \/>\n(Prof. Marcelo Vivas \u2013 Coord., Prof. Geraldo de Amaral Gravina e Prof. Rog\u00e9rio Figueiredo Daher)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nPrinc\u00edpios te\u00f3ricos de Experimenta\u00e7\u00e3o Agron\u00f4mica e Zoot\u00e9cnica. Revis\u00e3o dos principais delineamentos experimentais (DIC, DBC, DQL). Experimentos fatoriais e em parcelas subdivididas e suas varia\u00e7\u00f5es. Testes de compara\u00e7\u00f5es m\u00faltiplas (Tukey e Duncan) dentro de experimentos fatoriais. Utiliza\u00e7\u00e3o de contrastes por soma de quadrados. an\u00e1lise de grupos de experimentos. An\u00e1lise de regress\u00e3o e an\u00e1lise de vari\u00e2ncia da regress\u00e3o. An\u00e1lise de correla\u00e7\u00e3o e teste t para coeficiente de correla\u00e7\u00e3o de Pearson. An\u00e1lise de regress\u00e3o m\u00faltipla e superf\u00edcie de resposta. an\u00e1lise de regress\u00e3o sequencial.<\/p>\n<p><strong>EAG 3820 Estat\u00edstica Aplicada III 3 (51+00) I\u00a0 (EAG 3810)<br \/>\n(Prof. Marcelo Vivas \u2013 Coord., Prof. Geraldo de Amaral Gravina e Prof. Rog\u00e9rio Figueiredo Daher)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nApresenta\u00e7\u00e3o dos programas Genes e R. Constru\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise de gr\u00e1ficos no Excel e no R. Apresenta\u00e7\u00e3o do pacote ggplot2 do R. Utiliza\u00e7\u00e3o de programas estat\u00edsticos para an\u00e1lise de experimentos no Delineamento inteiramente\u00a0 ao Acaso, Blocos Causalizados, Quadrado Latino, Quadrado Greco-Latino, Blocos Aumentados de Federer. Uso de programas estat\u00edsticos na an\u00e1lise de Regress\u00e3o e Correla\u00e7\u00e3o. utiliza\u00e7\u00e3o de programas estat\u00edsticos para an\u00e1lise de Experimentos Fatoriais, Experimentos em Parcelas Subdivididas, Experimentos em Faixas. Utiliza\u00e7\u00e3o de programas estat\u00edsticos para An\u00e1lise de Grupos de Experimentos.<\/p>\n<p><strong>EAG 3730 Manejo Mecanizado de Culturas 3 (34+34)<br \/>\n(Coord. \u2013 Prof. Ricardo Ferreira Garcia)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nManejo de tratores agr\u00edcolas. Manejo de m\u00e1quinas de preparo do solo. Manejo de m\u00e1quinas para implanta\u00e7\u00e3o de culturas. Manejo de m\u00e1quinas para tratos culturais. Manejo de m\u00e1quinas para colheita. T\u00f3picos avan\u00e7ados como agricultura de precis\u00e3o e instrumenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>EAG 3740 Manejo de Irriga\u00e7\u00e3o 3 (51+00) I<br \/>\n(Prof. Elias Fernandes de Sousa)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nDisponibilidade de \u00e1gua no solo. Necessidade de \u00e1gua para as culturas irrigadas. Fun\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o, produtividade e custo da produ\u00e7\u00e3o irrigada. Manejo de sistemas de irriga\u00e7\u00e3o. Discuss\u00e3o de artigos cient\u00edficos sobre dimensionamento, manejo e opera\u00e7\u00e3o de sistemas de irriga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>EAG 3742 Evapotranspira\u00e7\u00e3o 3 (51+00) I<br \/>\n(Prof. Elias Fernandes de Sousa)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nO sistema solo-planta-atmosfera. Balan\u00e7o de energia. Balan\u00e7o h\u00eddrico. Evapotranspira\u00e7\u00e3o potencial e real. M\u00e9todos de estimativa e de medida da evapotranspira\u00e7\u00e3o. Evapotranspira\u00e7\u00e3o e a necessidade de \u00e1gua na irriga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>EAG 3750 Avalia\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica de Projetos Agropecu\u00e1rios 3 (51+00) II<br \/>\n(Prof. Niraldo Jos\u00e9 Ponciano \u2013 Coord. e Prof. Paulo Marcelo de Souza)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nImport\u00e2ncia da avalia\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de projetos. Conceitos fundamentais de matem\u00e1tica financeira. Abordagem dos custos e receitas das atividades agropecu\u00e1rias. An\u00e1lise econ\u00f4mica de projetos e crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o de projetos. Decis\u00f5es de investimento sob condi\u00e7\u00f5es de risco. Avalia\u00e7\u00e3o social de projetos.<\/p>\n<p><strong>EAG 3751 Economia Rural Brasileira 3 (51+00)<br \/>\n(Prof. Paulo Marcelo de Souza)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nAgricultura e desenvolvimento econ\u00f4mico. Moderniza\u00e7\u00e3o da agricultura brasileira. Complexo Agroindustrial. Agricultura familiar. Quest\u00e3o agr\u00e1ria no Brasil. Pol\u00edtica agr\u00edcola. Com\u00e9rcio internacional.<\/p>\n<p><strong>EAG 3601 Instrumenta\u00e7\u00e3o Agropecu\u00e1ria 3 (34+34)<br \/>\n(Prof. Ricardo Ferreira Garcia)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nMedidas e erros. Grandezas f\u00edsicas usadas como medida em atividades agropecu\u00e1rias. Funcionamento de sistemas anal\u00f3gicos e digitais. Transdutores. Condicionamento de sinais. Aquisi\u00e7\u00e3o de dados por computador. Programa\u00e7\u00e3o de sistemas de aquisi\u00e7\u00e3o de dados.<\/p>\n<p><strong>EAG 3602 Fatores Ambientais para Projetos de Irriga\u00e7\u00e3o 3 (34+34)<br \/>\n(Prof. Elias Fernandes de Sousa e P\u00f3s-Doutorando Jo\u00e3o Pedro de Barros Reicao Cordido)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nClasses de solo; Sistema solo-\u00e1gua-planta-atmosfera; Qualidade da \u00e1gua para irriga\u00e7\u00e3o. Fatores nutricionais de plantas; estat\u00edstica experimental; par\u00e2metros de solo de interesse em projetos de irriga\u00e7\u00e3o; culturas perenes; culturas anuais.<\/p>\n<p><strong>FIT 3700 Cultura de Tecidos Vegetais 4 (34+68) II<br \/>\n(Prof\u00aa Virg\u00ednia Silva Carvalho- coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nConceito, fundamento, hist\u00f3rico, princ\u00edpios b\u00e1sicos, import\u00e2ncia e principais aplica\u00e7\u00f5es de cultura de tecidos vegetais. Organiza\u00e7\u00e3o do Laborat\u00f3rio de cultura de tecidos vegetais e t\u00e9cnicas de assepsia. Meios de cultura. Fen\u00f4menos morfog\u00eanicos <em>in vitro<\/em>. T\u00e9cnicas de propaga\u00e7\u00e3o clonal. T\u00e9cnicas auxiliares ao melhoramento de plantas. T\u00e9cnicas de limpeza clonal. T\u00e9cnicas de conserva\u00e7\u00e3o de germoplasma.<\/p>\n<p><strong>FIT 3701 Propaga\u00e7\u00e3o de Plantas 4 (51+34)<br \/>\n(Prof\u00aa Virg\u00ednia Silva Carvalho-coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nConsidera\u00e7\u00f5es gerais sobre propaga\u00e7\u00e3o de plantas. Recipientes e substratos. Instala\u00e7\u00f5es usadas em propaga\u00e7\u00e3o de plantas. Propaga\u00e7\u00e3o semin\u00edfera. Propaga\u00e7\u00e3o vegetativa natural. Propaga\u00e7\u00e3o vegetativa cl\u00e1ssica: estaquia; mergulhia e enxertia. Viveiricultura. Sistemas de produ\u00e7\u00e3o de mudas: a campo, sob estruturas de prote\u00e7\u00e3o, em hidroponia e cultivo in vitro. Legisla\u00e7\u00e3o sobre a produ\u00e7\u00e3o de mudas.<\/p>\n<p><strong>FIT 3704 Olericultura\u00a0 4 (68+00)<br \/>\n(Prof\u00aa Cl\u00e1udia Lopes Prins-coord.)<\/strong><\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o e mercado. Bot\u00e2nica, origem e fisiologia. Sistemas de cultivo e pr\u00e1ticas culturais. Pesquisa e desenvolvimento tecnol\u00f3gico.<\/p>\n<p><strong>FIT 3705 Fruticultura Tropical 3 (34+34) II<\/strong><\/p>\n<p><strong> (Prof. Almy J\u00fanior Cordeiro de Carvalho)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nCulturas do maracujazeiro, mamoeiro, coqueiro e abacaxizeiro: hist\u00f3ria, origem e distribui\u00e7\u00e3o ecogeogr\u00e1fica. Aspectos s\u00f3cio-econ\u00f4micos: panorama da fruticultura mundial e brasileira. Bot\u00e2nica e classifica\u00e7\u00e3o. Citologia, gen\u00e9tica e melhoramento. Fisiologia: indu\u00e7\u00e3o floral, florescimento, frutifica\u00e7\u00e3o e desenvolvimento do fruto. Clima e solo. Propaga\u00e7\u00e3o das plantas. Implanta\u00e7\u00e3o da lavoura. Calagem e aduba\u00e7\u00e3o. Tratos culturais. Irriga\u00e7\u00e3o. Poda das plantas. Desbaste de frutos. Uso de reguladores de crescimento na produ\u00e7\u00e3o. Identifica\u00e7\u00e3o e controle das principais pragas e doen\u00e7as. Aspectos dos frutos: desenvolvimento fisiol\u00f3gico, respira\u00e7\u00e3o e composi\u00e7\u00e3o dos frutos. Aspectos nutricionais e terap\u00eauticos. Colheita, beneficiamento, transporte e comercializa\u00e7\u00e3o. Armazenamento. Industrializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>FIT 3706 Citricultura 3 (34+34) I<br \/>\n(Profa Cl\u00e1udia Sales Marinho \u2013 Coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nHist\u00f3ria, origem e distribui\u00e7\u00e3o dos citros. Aspectos s\u00f3cio-econ\u00f4micos dos citros: panorama da citricultura mundial e brasileira. Bot\u00e2nica e classifica\u00e7\u00e3o dos citros. Citologia, gen\u00e9tica e melhoramento. Fisiologia: indu\u00e7\u00e3o floral, florescimento, frutifica\u00e7\u00e3o e desenvolvimento do fruto. Clima e solo. Propaga\u00e7\u00e3o das plantas c\u00edtricas. Implanta\u00e7\u00e3o da lavoura de citros. Calagem e aduba\u00e7\u00e3o em citros. Tratos culturais. Irriga\u00e7\u00e3o. Poda das plantas c\u00edtricas. Desbaste de frutos. Uso de reguladores de crescimento na produ\u00e7\u00e3o de citros. Identifica\u00e7\u00e3o e controle das principais pragas e doen\u00e7as dos citros. Aspectos dos frutos c\u00edtricos: desenvolvimento fisiol\u00f3gico, respira\u00e7\u00e3o, composi\u00e7\u00e3o dos frutos. Aspectos nutricionais e terap\u00eauticos. Colheita, beneficiamento, transporte e comercializa\u00e7\u00e3o. Armazenamento. Qualidade em frutos c\u00edtricos. Industrializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>FIT 3707 Liliopsidae Ornamentais I \u2013 Palmeiras, Brom\u00e9lias e Zingiber\u00e1ceas 4 (68+00) (MGV 3712 ou MGV 3713, ou estar cursando)<br \/>\n(Prof\u00aa Janie Mendes Jasmim \u2013 Coord.) <\/strong><\/p>\n<p>1- Introdu\u00e7\u00e3o. 2- Palmeiras \u2013 a fam\u00edlia Arecaceae (Palmae) \u2013 biologia da planta; classifica\u00e7\u00e3o; cultivo. 3- Brom\u00e9lias \u2013 A fam\u00edlia Bromeliaceae \u2013 usos; classifica\u00e7\u00e3o; morfologia; fisiologia; cultivo; papel ecol\u00f3gico. 4- Orqu\u00eddeas \u2013 A fam\u00edlia Orchidaceae; usos; morfologia; classifica\u00e7\u00e3o; ecologia; fisiologia. 5- A fam\u00edlia Zingiberaceae \u2013 usos e import\u00e2ncia econ\u00f4mica; biologia da planta; classifica\u00e7\u00e3o; aspectos gerais do cultivo.<\/p>\n<p><strong>FIT 3708 \u00a0\u00a0 Infraestruturas Verdes e a Sustentabilidade das Cidades\u00a0 3 (51+00)<\/strong><\/p>\n<p><strong>(Prof\u00aa Janie Mendes Jasmim \u2013 Coord.)<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>Introdu\u00e7\u00e3o. Conceitos. G\u00eanese e evolu\u00e7\u00e3o da conserva\u00e7\u00e3o ambiental e do conceito de infraestrutura verde. Panorama da conserva\u00e7\u00e3o ambiental urbana no Brasil: Parques urbanos. Infraestruturas verdes e o desenvolvimento sustent\u00e1vel das cidades.<\/p>\n<p><strong>FIT 3709\u00a0 \u00a0 Arboriza\u00e7\u00e3o Urbana\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 3 (34+34)<\/strong><\/p>\n<p><strong>(Prof\u00aa Janie Mendes Jasmim \u2013 Coord.)<\/strong><\/p>\n<p>1- Conceitos Biologia da \u00c1rvore; 3- Fun\u00e7\u00f5es da Arboriza\u00e7\u00e3o Urbana; 4- Aspectos Legais; 5- Invent\u00e1rio e Diagn\u00f3stico da Arboriza\u00e7\u00e3o Urbana; 6-Crit\u00e9rios para Sele\u00e7\u00e3o de Esp\u00e9cies; 7 \u2013 Implanta\u00e7\u00e3o e Manejo; 8- Plano Diretor de Arboriza\u00e7\u00e3o Urbana.<\/p>\n<p><strong>FIT 3710 Nutri\u00e7\u00e3o Mineral de Plantas 3 (34+34) I<br \/>\n(Prof\u00aa Marta Simone Mendon\u00e7a Freitas)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o. Os nutrientes minerais. Absor\u00e7\u00e3o i\u00f4nica radicular e transporte de nutrientes minerais. Absor\u00e7\u00e3o i\u00f4nica foliar. Composi\u00e7\u00e3o mineral das plantas. Cultivo de plantas em solu\u00e7\u00e3o nutritiva: hidroponia. Adapta\u00e7\u00e3o de plantas a condi\u00e7\u00f5es adversas de fertilidade do solo. Nutri\u00e7\u00e3o e qualidade de produtos agr\u00edcolas. Rela\u00e7\u00e3o entre nutri\u00e7\u00e3o mineral e doen\u00e7as e pragas. Avalia\u00e7\u00e3o do estado nutricional de plantas.<\/p>\n<p><strong>FIT 3720 Manejo de Plantas Daninhas 3 (34+34) II<br \/>\n(Prof. Silv\u00e9rio de Paiva Freitas)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nBiologia de plantas daninhas. Interfer\u00eancia de plantas daninhas com as plantas cultivadas. M\u00e9todos de controle de plantas daninhas. Classifica\u00e7\u00e3o de herbicidas e mecanismos de a\u00e7\u00e3o dos principais grupos qu\u00edmicos de herbicidas. T\u00e9cnicas de aplica\u00e7\u00e3o de herbicidas. Absor\u00e7\u00e3o, transloca\u00e7\u00e3o e metabolismo de herbicidas nas plantas. Formula\u00e7\u00f5es, misturas, intera\u00e7\u00f5es e seletividade de herbicidas. Comportamento de herbicidas no solo. Herbicida e meio ambiente.<\/p>\n<p><strong>FIT 3730 Produ\u00e7\u00e3o e Tecnologia de Sementes 3 (34+34) II<br \/>\n(Prof. Henrique Duarte Vieira)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nImport\u00e2ncia da semente. Forma\u00e7\u00e3o das sementes. Fun\u00e7\u00f5es das partes das sementes. Matura\u00e7\u00e3o, germina\u00e7\u00e3o, dorm\u00eancia, deteriora\u00e7\u00e3o e vigor. An\u00e1lise de sementes. Sistemas de produ\u00e7\u00e3o de sementes. Colheita e extra\u00e7\u00e3o das sementes. Secagem, beneficiamento e armazenamento das sementes. Estabelecimento de campos para produ\u00e7\u00e3o de sementes.<\/p>\n<p><strong>FIT 3750 Silvicultura 3 (51+00) I<br \/>\n(Prof\u00aa Deborah Guerra Barroso \u2013coord., Prof\u00aa Luciana Aparecida Rodrigues e Prof. Silvaldo Felipe da Silveira)<\/strong><\/p>\n<p>Import\u00e2ncia ambiental, econ\u00f4mica e social das florestas. Panorama da silvicultura no Brasil. C\u00f3digo florestal e licenciamento para silvicultura econ\u00f4mica. Produ\u00e7\u00e3o de sementes florestais. Viveiros florestais e t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o de mudas. Doen\u00e7as em viveiros florestais. Implanta\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dos povoamentos florestais. Manejo de aduba\u00e7\u00e3o. Pr\u00e1ticas silviculturais: Desbaste e Poda.T\u00e9cnicas de regenera\u00e7\u00e3o natural.<\/p>\n<p><strong>FIT 3760 Grandes Culturas 3 (51+00+44) I<br \/>\n(Prof. F\u00e1bio Cunha Coelho e Prof. Silvio de Jesus Freitas &#8211; coord.)<\/strong><\/p>\n<p>Culturas do milho, feij\u00e3o, cana-de-a\u00e7\u00facar e caf\u00e9: Introdu\u00e7\u00e3o \u2013 pesquisas em grandes culturas; import\u00e2ncia econ\u00f4mica; situa\u00e7\u00e3o atual no Brasil, problemas e tend\u00eancias; bot\u00e2nica; solo; clima; sistemas de preparo do solo; plantio; nutri\u00e7\u00e3o mineral e aduba\u00e7\u00e3o; aduba\u00e7\u00e3o org\u00e2nica e aduba\u00e7\u00e3o verde; rota\u00e7\u00e3o e consorciamento; prote\u00e7\u00e3o de plantas \u2013 manejo de pragas, doen\u00e7as e plantas daninhas; an\u00e1lise da sustentabilidade das pr\u00e1ticas agron\u00f4micas utilizadas na condu\u00e7\u00e3o das culturas e; direcionamento da pesquisa em grandes culturas.<\/p>\n<p><strong>FIT 3768 Produ\u00e7\u00e3o de sementes e mudas florestais 3 (51+00) I<br \/>\n(Prof\u00aa Deborah Guerra Barroso \u2013 Coord. e Prof. Silvaldo Felipe da Silveira)<\/strong><\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o de sementes florestais \u2013 Panorama; Legisla\u00e7\u00e3o; \u00c1reas de Coleta de sementes (ACS); \u00c1reas de produ\u00e7\u00e3o de Sementes (APS); Pomares de Sementes (PS); Colheita e Beneficiamento. Produ\u00e7\u00e3o de mudas florestais \u2013 Legisla\u00e7\u00e3o; Viveiros \u2013 estruturas e materiais; Doen\u00e7as em viveiros florestais; propaga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>FIT 3801 Ingl\u00eas T\u00e9cnico cient\u00edfico 2 (34+00) I<br \/>\n(Prof\u00aa Deborah Guerra Barroso \u2013 Coord.)<\/strong><\/p>\n<p>Compreens\u00e3o de textos em l\u00edngua inglesa; apresenta\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de leitura e tradu\u00e7\u00e3o. Apresenta\u00e7\u00e3o de artigos cient\u00edficos publicados em revistas de alto impacto e discuss\u00e3o conduzida em ingl\u00eas. Dicas para a escrita de textos redigidos em l\u00edngua inglesa e para tradu\u00e7\u00e3o do portugu\u00eas para o ingl\u00eas. As avalia\u00e7\u00f5es da disciplina ser\u00e3o realizadas pelas apresenta\u00e7\u00f5es orais feitas pelos alunos.<\/p>\n<p><strong>LEF 3710 Controle Biol\u00f3gico 3 (34+34) I<br \/>\n(Prof. Gilberto Soares Albuquerque)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nM\u00e9todos biol\u00f3gicos de controle de pragas (latu sensu). Hist\u00f3rico do controle biol\u00f3gico (CB). Bases ecol\u00f3gicas do CB. Biologia, identifica\u00e7\u00e3o e comportamento de parasit\u00f3ides e predadores. Pat\u00f3genos no CB. Import\u00e2ncia das adapta\u00e7\u00f5es sazonais e da sistem\u00e1tica para o CB. Procedimentos de um programa de CB cl\u00e1ssico. Aumento e conserva\u00e7\u00e3o de inimigos naturais. CB de plantas daninhas e de pragas de import\u00e2ncia agr\u00edcola, m\u00e9dica e veterin\u00e1ria. CB em casas de vegeta\u00e7\u00e3o. Manipula\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de inimigos naturais. Riscos ambientais associados ao uso de inimigos naturais.<\/p>\n<p><strong>LEF 3712 Controle Microbiano de Insetos 4 (34+34+85) II<br \/>\n(Prof. Richard Ian Samuels \u2013 Coord. e Prof\u00aa Mar\u00edlia Amorim Berbert de Molina)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o e hist\u00f3rico do uso de pat\u00f3genos contra insetos. Taxonomia e caracteriza\u00e7\u00e3o de fungos, v\u00edrus, bact\u00e9rias e nemat\u00f3ides entomopatog\u00eanicos. Processos de infec\u00e7\u00e3o. Intera\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas e bioqu\u00edmicas entre insetos e pat\u00f3genos. Epizootiologia e desenvolvimento de doen\u00e7as naturais. O uso de inseticidas microbianos em programas de controle biol\u00f3gico. Desenvolvimento de agentes microbianos.<\/p>\n<p><strong>LEF 3720 Nematologia 6 (68+68) I<br \/>\n(Prof. Ricardo Moreira de Souza \u2013 Coord., Profa. Tatiana Maria, Prof. Marcelo Knoff, Dr. Vicente Martins Gomes, Profa. Jordana Andrioli, Profa. Lara P Souza, Profa. Josiana Gomes de Andrade e Profa. Let\u00edcia Oliveira da Rocha)<\/strong><\/p>\n<p>Hist\u00f3rico da nematologia. Import\u00e2ncia dos nemat\u00f3ides para os ecossistemas, a Agricultura, a sa\u00fade p\u00fablica e as ci\u00eancias biol\u00f3gicas. Morfologia e sistem\u00e1tica de nemat\u00f3ides. Fisiologia dos nemat\u00f3ides. Ecologia dos fitonemat\u00f3ides (tipos de ciclo-de-vida, sobreviv\u00eancia, dispers\u00e3o e influ\u00eancia de fatores ambientais e ed\u00e1ficos, assim como intera\u00e7\u00f5es com outros organismos do solo e fitopatog\u00eanicos). Intera\u00e7\u00f5es nemat\u00f3ide-planta. Principais g\u00eaneros e esp\u00e9cies de fitonemat\u00f3ides e as doen\u00e7as por eles causadas. Epidemiologia e controle dos fitonemat\u00f3ides por meios culturais, biol\u00f3gico, qu\u00edmico e de resist\u00eancia. Nemat\u00f3ides como vetores de fitov\u00edrus. Nemat\u00f3ides patog\u00eanicos a insetos (morfologia, classifica\u00e7\u00e3o, tipos de ciclo-de-vida, metodologia empregadas em seu estudo e emprego para o controle biol\u00f3gico de pragas). Introdu\u00e7\u00e3o aos nemat\u00f3ides marinhos e \u00e0queles relevantes \u00e0 pecu\u00e1ria. T\u00e9cnicas recentes na pesquisa em Nematologia.<\/p>\n<p><strong>LEF 3730 Semioqu\u00edmicos 3 (34+34) II<br \/>\n(Prof\u00aa Ana Maria Matoso Viana Bailez \u2013 Coord., Prof. Omar Eduardo Bailez e Prof. Paulo Miranda)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nTerminologia dos Semioqu\u00edmicos. Conceitos qu\u00edmicos e metodologias anal\u00edticas empregadas no estudo de semioqu\u00edmicos. Produ\u00e7\u00e3o, libera\u00e7\u00e3o e percep\u00e7\u00e3o de semioqu\u00edmicos. Considera\u00e7\u00f5es sobre o comportamento e comunica\u00e7\u00e3o dos insetos. Intera\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s de aleloqu\u00edmicos. Intera\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s de ferom\u00f4nios. Bioensaios para avalia\u00e7\u00e3o da a\u00e7\u00e3o de semioqu\u00edmicos. Semioqu\u00edmicos no manejo Integrado de Pragas agr\u00edcolas, florestais e de interesse m\u00e9dico e veterin\u00e1rio. Vantagens e desvantagens do uso de semioqu\u00edmicos. Perspectivas do uso de semioqu\u00edmicos no Brasil e no Mundo.<\/p>\n<p><strong>LEF 3731 Comportamento de Insetos 3 (51+00) I<br \/>\n(Prof. Omar Eduardo Bailez \u2013 Coord., Prof\u00aa Ana Maria Matoso Viana-Bailez)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o ao estudo do comportamento. Ontog\u00eanese do comportamento. Evolu\u00e7\u00e3o do comportamento. Aprendizagem. Desencadeadores do comportamento. Comunica\u00e7\u00e3o dos insetos. Ritmo biol\u00f3gico. Comportamento social. Comportamento parental e reprodutivo. Ecologia e comportamento. Intera\u00e7\u00f5es hospedeiro-parasit\u00f3ide, predador-presa e intera\u00e7\u00f5es tritr\u00f3ficas. Metodologia do estudo da Etologia. Import\u00e2ncia da etologia nas ci\u00eancias agr\u00e1rias e biol\u00f3gicas.<\/p>\n<p><strong>LEF 3732 Virologia Vegetal e Vir\u00f3ides 4 (34+34+51)<br \/>\n(Prof. Roberto Ramos Sobrinho)<\/strong><\/p>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 virologia e a import\u00e2ncia das fitoviroses. Hist\u00f3rico da evolu\u00e7\u00e3o da fitovirologia como ci\u00eancia. Composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e morfologia dos fitov\u00edrus. Taxonomia e nomenclatura dos principais grupos de fitov\u00edrus. Viroides. Sintomatologia e transmiss\u00e3o dos fitov\u00edrus. Gama de hospedeiras e fitoviroses de import\u00e2ncia econ\u00f4mica. Epidemiologia dos fitov\u00edrus. Diagnose e controle das fitoviroses. Novas tecnologias de sequenciamento aplicadas a fitovirologia. Evolu\u00e7\u00e3o de fitov\u00edrus.<\/p>\n<p><strong>LEF 3750 Biologia e Sistem\u00e1tica de Insetos 4 (34+68) II<br \/>\n(Prof. Bruno Clarkson Mattos<\/strong>)<\/p>\n<p>Introduc\u0327a\u0303o a Taxonomia e Sistema\u0301tica Filogen\u00e9tica: noc\u0327o\u0303es de nomenclatura zoolo\u0301gica e conceitos e m\u00e9todos em infer\u00eancia filogen\u00e9tica, dos estudos morfol\u00f3gicos aos filogen\u00f4micos. Origem e evolu\u00e7\u00e3o dos Hexapoda e suas principais linhagens. Coevolu\u00e7\u00e3o, biodiversidade e servi\u00e7os ecossist\u00eamicos. Classificac\u0327a\u0303o, morfologia, biologia, reproduc\u0327a\u0303o, desenvolvimento p\u00f3sembrion\u00e1rio e metamorfose nos insetos. Identificac\u0327a\u0303o em ni\u0301vel de fami\u0301lia das principais ordens. Taxonomia integrativa e m\u00e9todos contempor\u00e2neos para a determina\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies. Cole\u00e7\u00f5es entomol\u00f3gicas: import\u00e2ncia, curadoria, prepara\u00e7\u00e3o de material, tipos de cole\u00e7\u00f5es e conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade.<\/p>\n<p><strong>LEF 3760 Micologia e Fungos Fitopatog\u00eanicos 4 (34+68) I<br \/>\n(Prof. Silvaldo Felipe da Silveira)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nHist\u00f3ria da Micologia. Conceito de fungos. Estruturas Vegetativas e No\u00e7\u00f5es de Fisiologia de fungos em geral. Import\u00e2ncia, Ecologia, estruturas reprodutivas, ciclos de vida generalizados e sistem\u00e1tica dos principais filos f\u00fangicos: Mixomycota, Plasmodiophoromycota, Hyphochytridiomycota, Oomycota, Chytridiomycota, Zigomycota, Ascomycota e Basidiomycota. Taxonomia e identifica\u00e7\u00e3o de fungos, em n\u00edvel de ordens (geral) e de g\u00eaneros (fungos fitopatog\u00eanicos). T\u00e9cnicas laboratoriais de isolamento, cultivo, manuten\u00e7\u00e3o e esporula\u00e7\u00e3o \u201cin vitro\u201d de culturas f\u00fangicas. Inocula\u00e7\u00e3o de fungos fitopatog\u00eanicos. Identifica\u00e7\u00e3o e descri\u00e7\u00e3o de novas esp\u00e9cies de fungos. Organiza\u00e7\u00e3o de micoteca.<\/p>\n<p><strong>LEF 3761 Epidemiologia de Doen\u00e7as de Plantas 3 (34+34) II EAG 3700<br \/>\n(Prof. Silvaldo Felipe da Silveira \u2013 Coord. e Prof. Luiz Ant\u00f4nio Maffia (Prof. Visitante))<br \/>\n<\/strong><br \/>\nHist\u00f3rico, conceitos de epidemiologia de doen\u00e7as de plantas. Efeito de ambiente em doen\u00e7as. Medi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas. Quantifica\u00e7\u00e3o de popula\u00e7\u00f5es de pat\u00f3genos e de intensidade de doen\u00e7as. Amostragem. Progresso e modelagem de epidemias. Epidemiologia comparativa. An\u00e1lise multivariada aplicada \u00e0 epidemiologia. Gradiente de doen\u00e7as. Distribui\u00e7\u00e3o Espacial de In\u00f3culo e de Plantas Doentes. Previs\u00e3o de epidemias. An\u00e1lise de Perdas. Princ\u00edpios epidemiol\u00f3gicos de controle de doen\u00e7as de plantas.<\/p>\n<p><strong>LEF 3771\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Manejo Integrado de Pragas \u00a0\u00a03 (34+34)<br \/>\n(Prof. Gerson Adriano Silva \u2013 Coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o \u00e0 entomologia agr\u00edcola. Bases ecol\u00f3gicas de manejo integrado de pragas (MIP). Avalia\u00e7\u00e3o dos agroecossistemas no MIP. Tomada de decis\u00e3o no MIP. Estrat\u00e9gias e t\u00e1ticas de controle no MIP. Toxicologia de inseticidas. Esta\u00e7\u00f5es de avisos fitossanit\u00e1rios no MIP.<\/p>\n<p><strong>LEF 3772\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 <strong>Resist\u00eancia de plantas a insetos fit\u00f3fagos \u00a0\u00a03 (51+00)<\/strong><br \/>\n(Prof. Gerson Adriano Silva \u2013 Coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o \u00e0 resist\u00eancia de plantas a insetos. Conceitos b\u00e1sicos. Mecanismos de resist\u00eancia. Causas da resist\u00eancia. Resist\u00eancia constitutiva e induzida. Fatores que afetam a resist\u00eancia de plantas a insetos. T\u00e9cnicas para mensura\u00e7\u00e3o de resist\u00eancia de plantas a insetos. Localiza\u00e7\u00e3o e manipula\u00e7\u00e3o de plantas por insetos. Especializa\u00e7\u00e3o de insetos em partes das plantas. Insetos especialistas X insetos generalistas. Intera\u00e7\u00e3o entre resist\u00eancia de plantas e os outros m\u00e9todos de controle. Programas de resist\u00eancia de plantas a artr\u00f3podes.<\/p>\n<p><strong>LEF 3780\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Aspectos de Fisiologia de Insetos\u00a0 \u00a03 (51+00)<br \/>\n(Prof. Richard Ian Samuels \u2013 Coord., Prof. Francisco J. A. Lemos e Prof. Gerson Adriano Silva)<\/strong><\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong>Introdu\u00e7\u00e3o. Fisiologia e estrutura do tegumento. Fisiologia e ultraestrutura do canal alimentar e membrana peritr\u00f3fica. Fisiologia da digest\u00e3o. Sistema nervoso e alvos de inseticidas. Sistema respirat\u00f3rio. Sistema reprodutivo.<\/p>\n<p><strong>LEF 3781\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Fundamentos e Pr\u00e1tica da Reda\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica \u00a03 (17+34+51)<br \/>\n(Prof. Ricardo Moreira de Souza \u2013 Coord., Prof. Ricardo Enrique Bressan-Smith)<\/strong><\/p>\n<p><strong><br \/>\n<\/strong>Os fundamentos da reda\u00e7\u00e3o cient\u00edfica: import\u00e2ncia; objetivos; evolu\u00e7\u00e3o e tend\u00eancias; conceitos fundamentais. Caracter\u00edsticas dos diferentes tipos de documentos cient\u00edficos: projeto de pesquisa; relat\u00f3rio final de projeto de pesquisa; carta ao editor; artigo cient\u00edfico; revis\u00e3o; comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica (short note); livro. O preparo do artigo cient\u00edfico desde a sua origem: concep\u00e7\u00e3o da ideia original da pesquisa; estudo do tema\/problema em quest\u00e3o; elabora\u00e7\u00e3o de objetivos e hip\u00f3teses; discuss\u00e3o e defini\u00e7\u00e3o da metodologia a ser empregada; execu\u00e7\u00e3o do projeto de pesquisa; tabula\u00e7\u00e3o, an\u00e1lise, interpreta\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o dos resultados; elabora\u00e7\u00e3o das conclus\u00f5es; elabora\u00e7\u00e3o das discuss\u00f5es. Reda\u00e7\u00e3o das demais se\u00e7\u00f5es do manuscrito (introdu\u00e7\u00e3o; material e m\u00e9todos; resumo; anexos; refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas). Caracter\u00edsticas principais e exemplos de peri\u00f3dicos cient\u00edficos. \u00c9tica na publica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. O processo de submiss\u00e3o e revis\u00e3o de manuscritos. Relacionamento de autores com editores e revisores.<\/p>\n<p><strong>LEF 3790\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Filogenia Molecular Aplicada ao Estudo de Fitopat\u00f3genos\u00a0\u00a0 3 (34+34+17)<\/strong><\/p>\n<p><strong>(Prof. Roberto Ramos Sobrinho \u2013 Coord.)<\/strong><\/p>\n<p>Conceitos e m\u00e9todos em filogenia molecular. Interpreta\u00e7\u00e3o de \u00e1rvores filogen\u00e9ticas. An\u00e1lise de sequ\u00eancias de nucleot\u00eddeos e amino\u00e1cidos e alinhamento de sequ\u00eancias. Reconstru\u00e7\u00e3o filogen\u00e9tica usando os m\u00e9todos <em>NeighborJoining<\/em>, m\u00e1xima verossimilhan\u00e7a e infer\u00eancia Bayesiana. Testes de congru\u00eancia topol\u00f3gica. Dep\u00f3sito de sequ\u00eancias e filogenias em bancos de dados p\u00fablicos.<\/p>\n<p><strong>MGV 3700 Melhoramento de Plantas 3 (51+00) I<br \/>\n(Prof. Ant\u00f4nio Teixeira do Amaral J\u00fanior e Prof\u00aa Rosana Rodrigues \u2013 Coordenadores)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nNatureza, perspectivas e objetivos do melhoramento gen\u00e9tico de plantas. Recursos gen\u00e9ticos. Bases gen\u00e9ticas do melhoramento. Sistemas reprodutivos nas plantas cultivadas. Princ\u00edpios b\u00e1sicos de gen\u00e9tica de popula\u00e7\u00f5es e de gen\u00e9tica quantitativa. Melhoramento de esp\u00e9cies aut\u00f3gamas, al\u00f3gamas e de propaga\u00e7\u00e3o assexuada. Melhoramento de plantas visando resist\u00eancia a doen\u00e7as e a insetos.<\/p>\n<p><strong>MGV 3702 Gen\u00e9tica Quantitativa 3 (51+00) II (MGV 3700)<br \/>\n(Prof. Messias Gonzaga Pereira)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nNo\u00e7\u00f5es de probabilidade. Constitui\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica da popula\u00e7\u00e3o. Mudan\u00e7as na freq\u00fc\u00eancia g\u00eanica. Oscila\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas. Popula\u00e7\u00f5es com \u00b4pedigree\u2019 e endogamia estreita. Varia\u00e7\u00e3o cont\u00ednua. Valores e m\u00e9dias. Vari\u00e2ncia. Semelhan\u00e7a entre parentes.<\/p>\n<p><strong>MGV 3707 M\u00e9todos Biom\u00e9tricos Aplicados ao Melhoramento Gen\u00e9tico Vegetal II 4 (68+00) II (MGV 3704)<br \/>\n(Prof. Ant\u00f4nio Teixeira do Amaral J\u00fanior)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nComponentes de vari\u00e2ncia. Herdabilidade. Uso de par\u00e2metros gen\u00e9ticos no melhoramento de plantas. Estat\u00edstica multivariada na quantifica\u00e7\u00e3o da diverg\u00eancia gen\u00e9tica. Emprego de dados moleculares em estudos de diverg\u00eancia gen\u00e9tica. Intera\u00e7\u00e3o gen\u00f3tipos por ambientes. Zoneamento ecol\u00f3gico. An\u00e1lise de adaptabilidade e estabilidade fenot\u00edpica. Correla\u00e7\u00f5es fenot\u00edpicas, genot\u00edpicas e de ambiente. An\u00e1lise de trilha. Correla\u00e7\u00f5es parciais. Correla\u00e7\u00f5es can\u00f4nicas. Estima\u00e7\u00e3o dos ganhos por sele\u00e7\u00e3o. Sele\u00e7\u00e3o truncada e simult\u00e2nea. Coeficiente de repetibilidade. Emprego do recurso computacional GENES no processamento e an\u00e1lise de dados experimentais.<\/p>\n<p><strong>MGV 3710 Melhoramento Gen\u00e9tico de Fruteiras 3 (51+00) II (EAG 3700)<br \/>\n(Prof. Alexandre Pio Viana \u2013 Coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nObjetivos do Melhoramento. Defini\u00e7\u00f5es e Conceitos. Variabilidade e preserva\u00e7\u00e3o de germoplasma. T\u00e9cnicas de Melhoramento. Introdu\u00e7\u00e3o a Gen\u00e9tica Quantitativa. M\u00e9todos de An\u00e1lise no melhoramento de fruteiras. Biotecnologia aplicada ao melhoramento de fruteiras. Programas de melhoramento de fruteiras.<\/p>\n<p><strong>MGV 3711 Ecofisiologia Vegetal 4 (51+00+51) I (MGV 3712 ou MGV 3713)<br \/>\n(Prof. Eliemar Campostrini)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nEfeitos do fluxo de f\u00f3tons (FFF) sobre o processo fotossint\u00e9tico (A). Modelo matem\u00e1tico aplicado ao FFF versus A. FFF e produtividade. \u00cdndice de \u00e1rea foliar (IAF). Metodologias de medi\u00e7\u00e3o da \u00e1rea foliar (modelos matem\u00e1ticos e plan\u00edmetros). Est\u00f4matos: conceito, freq\u00fc\u00eancia e anatomia. Fisiologia dos est\u00f4matos: fatores do ambiente que influenciam o movimento estom\u00e1tico (Luz, CO2, status h\u00eddrico, umidade relativa e polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica). Trocas gasosas em folhas: metodologias para medi\u00e7\u00e3o (porometria, analisador de gases a infravermelho, eletrodo de oxig\u00eanio). Instrumenta\u00e7\u00e3o em fisiologia vegetal: aplica\u00e7\u00f5es pr\u00e1tica. Efici\u00eancia no uso da \u00e1gua. Fluoresc\u00eancia da clorofila a especial: considera\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas e aplica\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas. Depress\u00e3o da fotoss\u00edntese ao meio-dia. Fisiologia de plantas sob estresse: estresse h\u00eddrico, estresse por temperatura supra-\u00f3tima, anoxia, estresse por luz (fotoinibi\u00e7\u00e3o) e por polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica. Ecofisiologia de plantas in vitro. Restri\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica da raiz e crescimento de plantas.<\/p>\n<p><strong>MGV 3712 Metabolismo do Carbono e Nutri\u00e7\u00e3o de Plantas 2 (34+00) I<br \/>\n(Prof. Ricardo Enrique Bressan-Smith, Prof. Jurandi Gon\u00e7alves de Oliveira \u2013 Coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nConceitos fundamentais. Fotoss\u00edntese. Respira\u00e7\u00e3o. Metabolismo de lip\u00eddios e nitrog\u00eanio. Transporte Celular.<\/p>\n<p><strong>MGV 3713 Rela\u00e7\u00f5es h\u00eddricas e Fisiologia do Desenvolvimento 3 (51+00) I I<br \/>\n(Prof. Eliemar Campostrini \u2013 Coord. , Prof. Ricardo Enrique Bressan-Smith e Prof\u00aa Caudete Santa Catarina)<\/strong><\/p>\n<p>Transporte e transloca\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e solutos: A \u00e1gua e as c\u00e9lulas vegetais, Balan\u00e7o h\u00eddrico na planta e transloca\u00e7\u00e3o no floema. Crescimento e desenvolvimento: A base do crescimento e do desenvolvimento, fitohorm\u00f4nios e os reguladores de crescimento, fitocromo e fotomorfog\u00eanese e desenvolvimento reprodutivo: o florescimento e a frutifica\u00e7\u00e3o.<br \/>\n.<\/p>\n<p><strong>MGV 3714 Bioqu\u00edmica e Fisiologia P\u00f3s-colheita de Frutos, Hortali\u00e7as e Ornamentais 3 (51+00)<br \/>\n(Prof. Jurandi Gon\u00e7alves de Oliveira \u2013 Coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nA ci\u00eancia da fisiologia p\u00f3s-colheita. Fisiologia do desenvolvimento dos \u00f3rg\u00e3os vegetais. Fatores pr\u00e9-colheita. Fisiologia do amadurecimento. Fisiologia da respira\u00e7\u00e3o. Etileno. Biologia molecular do amadurecimento. Redu\u00e7\u00e3o das perdas p\u00f3s-colheita. Estudo de casos.<\/p>\n<p><strong>MGV 3718 Bioqu\u00edmica e Metabolismo de Plantas 3 (51+00)<br \/>\n(Prof. Ricardo Bressan-Smith \u2013 Coord., Prof. Jurandi Gon\u00e7alves de Oliveira (LMGV), Prof\u00aa Olga Lima Tavares Machado e Prof. Arnoldo Rocha Fa\u00e7anha)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o ao metabolismo de plantas; Estrutura e fun\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas; O Metabolismo do carbono e de carboidratos; Controle do metabolismo em plantas superiores; O Metabolismo de lip\u00eddios; O Metabolismo de nitrog\u00eanio; utiliza\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias de reserva pelas sementes; Metabolismo dos produtos secund\u00e1rios; A bioqu\u00edmica ecol\u00f3gica.<\/p>\n<p><strong>MGV 3720 Bioenerg\u00e9tica Vegetal 3 (34+34)<br \/>\n(Prof. Arnoldo Rocha Fa\u00e7anha \u2013 Coord., Prof. Ricardo Enrique Bressan-Smith e Prof\u00aa Anna L. Okorokova Fa\u00e7anha)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nConceitos b\u00e1sicos sobre bioenerg\u00e9tica vegetal. Intera\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica entre respira\u00e7\u00e3o e fotoss\u00edntese. Bioenerg\u00e9tica do transporte de \u00edons em membranas de c\u00e9lulas vegetais. Homeostase i\u00f4nica em c\u00e9lulas. Sinaliza\u00e7\u00e3o celular \u2013 papel das bombas de c\u00e1lcio e pr\u00f3tons.<\/p>\n<p><strong>MGV 3725 Horm\u00f4nios e outros compostos com fun\u00e7\u00f5es fitormonais 2 (34+00)<br \/>\n(Prof\u00aa Mara de Menezes de Assis Gomes \u2013 Coord.)<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Mecanismo de a\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios em plantas. Bioss\u00edntese e metabolismo dos horm\u00f4nios vegetais (auxinas, \u00e1cido absc\u00edsico, brassinoster\u00f3ides, citocininas, etileno, giberelinas). Reguladores vegetais (poliaminas, jasmonatos, salicilatos, oligossacarinas). Fitocromo. M\u00e9todos de quantifica\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios vegetais end\u00f3genos. Aplica\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios vegetais na fruticultura. Florescimento e Frutifica\u00e7\u00e3o. Germina\u00e7\u00e3o e Dorm\u00eancia. Senesc\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>MGV 3812 Abordagem Gen\u00e9tica da Fisiologia da C\u00e9lula Vegetal 2 (34+00) (MGV 3706)<br \/>\n(Prof. Ricardo Enrique Bressan-Smith)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nEstrutura e express\u00e3o g\u00eanica. Efeito do ambiente sobre a express\u00e3o g\u00eanica em plantas. Origem, biog\u00eanese e desenvolvimento dos constituintes celulares. Transdu\u00e7\u00e3o de sinal na c\u00e9lula. An\u00e1lise cl\u00e1ssica e molecular de mutantes. Fundamentos de biotecnologia vegetal.<\/p>\n<p><strong>MGV 3814 Gen\u00e9tica Aplicada aos Mecanismos Fisiol\u00f3gicos das Plantas 2 (34+00) I (MGV 3706)<br \/>\n(Prof. Ricardo Enrique Bressan-Smith)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nControle gen\u00e9tico do metabolismo prim\u00e1rio. Mecanismos gen\u00e9tico-bioqu\u00edmicos ligados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de biomassa. Mecanismos gen\u00e9tico-fisiol\u00f3gicos da resist\u00eancia a estresses bi\u00f3ticos e abi\u00f3ticos. Aplica\u00e7\u00f5es dos mecanismos fisiol\u00f3gicos no melhoramento gen\u00e9tico vegetal. Perspectivas futuras.<\/p>\n<p><strong>SOL 3601 Solos e Servi\u00e7os Ecossist\u00eamicos 2 (34+00)<br \/>\n(Prof\u00aa Emanuela Forestieri da Gama-Rodrigues)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nControle gen\u00e9tico do metabolismo prim\u00e1rio. Mecanismos gen\u00e9tico-bioqu\u00edmicos ligados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de biomassa. Mecanismos gen\u00e9tico-fisiol\u00f3gicos da resist\u00eancia a estresses bi\u00f3ticos e abi\u00f3ticos. Aplica\u00e7\u00f5es dos mecanismos fisiol\u00f3gicos no melhoramento gen\u00e9tico vegetal. Perspectivas futuras.<\/p>\n<p><strong>SOL 3701 Forma\u00e7\u00e3o e Classifica\u00e7\u00e3o do Solo 3 (34+34)<br \/>\n(Prof. Cl\u00e1udio Roberto Marciano)<\/strong><\/p>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o. Solos como componente dos ecossistemas; Solos e servi\u00e7os ecossist\u00eamicos; pr\u00e1ticas de manejo que favorecem os servi\u00e7os ecossist\u00eamicos; Pagamento por servi\u00e7os ecossist\u00eamicos; pol\u00edticas p\u00fablicas relacionadas aos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos no Brasil; desafios e perspectivas relacionados ao estudo dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos.<\/p>\n<p><strong>SOL 3705 Fertilidade do Solo 3 (51+00) II<br \/>\n(Prof. Ant\u00f4nio Carlos Gama-Rodrigues)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nNutri\u00e7\u00e3o mineral de plantas. Conceito de fertilidade do solo. Propriedades f\u00edsico-qu\u00edmicas do solo. Corre\u00e7\u00e3o da acidez do solo. Nitrog\u00eanio, f\u00f3sforo, pot\u00e1ssio e enxofre do solo. Micronutrientes. Avalia\u00e7\u00e3o da fertilidade do solo. Recomenda\u00e7\u00e3o de aduba\u00e7\u00e3o. Mistura e aplica\u00e7\u00e3o de adubos. Mat\u00e9ria org\u00e2nica do solo. Ciclagem de nutrientes. Metais pesados em fertilizantes e corretivos.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>SOL 3708 Rela\u00e7\u00e3o solo-planta 3 (51+00) II<br \/>\n(Profa Luciana Aparecida Rodrigues-Coord.; Prof. Alessandro Coutinho Ramos)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nCaracter\u00edsticas do solo afetando a disponibilidade de nutrientes para as plantas. Fatores que afetam o crescimento e desenvolvimento das ra\u00edzes. Caracteriza\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica do sistema radicular. Metodologias de estudos do sistema radicular. Mecanismos de absor\u00e7\u00e3o de nutrientes pelas ra\u00edzes. Interface solo-raiz e a absor\u00e7\u00e3o de nutrientes. Microbiota da rizosfera e nutri\u00e7\u00e3o das plantas. Respostas adaptativas das plantas a ambientes adversos.<\/p>\n<p><strong>SOL 3710 Microbiologia do Solo 3 (34+34) II<br \/>\n(Prof. Marco Ant\u00f4nio Martins)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nO solo como habitat microbiano. Microbiota do solo. Metabolismo microbiano. Decomposi\u00e7\u00e3o microbiol\u00f3gica da mat\u00e9ria org\u00e2nica do solo. Solubiliza\u00e7\u00e3o de minerais e degrada\u00e7\u00e3o de xenobi\u00f3ticos. Transforma\u00e7\u00f5es microbiol\u00f3gicas de N e S do solo. Fixa\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica de N2 atmosf\u00e9rico. Fungos micorr\u00edzicos. Microrganismos do solo como componentes do ecossistema.<\/p>\n<p><strong>SOL 3711 Mat\u00e9ria Org\u00e2nica do Solo 3 (51+00) II<br \/>\n(Prof\u00aa Emanuela Forestieri da Gama-Rodrigues)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nMat\u00e9ria org\u00e2nica e fatores de forma\u00e7\u00e3o. Fauna do solo. Biomassa microbiana do solo e serapilheira. Decomposi\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria org\u00e2nica. Din\u00e2mica das transforma\u00e7\u00f5es de nitrog\u00eanio e f\u00f3sforo org\u00e2nico. Processos de mineraliza\u00e7\u00e3o e humifica\u00e7\u00e3o. Intera\u00e7\u00e3o da fra\u00e7\u00e3o org\u00e2nica com o complexo argilo-mineral. Uso da mat\u00e9ria org\u00e2nica como um indicador da sustentabilidade de ecossistemas.<\/p>\n<p><strong>SOL 3712 Qu\u00edmica do h\u00famus\u00a0\u00a0\u00a0 3 (34+34) I<br \/>\n(Prof. Luciano Pasqualoto Canellas \u2013 Coord.)<\/strong><\/p>\n<p>Caracter\u00edsticas estruturais da mat\u00e9ria org\u00e2nica. Hist\u00f3rico da pesquisa. Perspectivas e modelos estruturais para macromol\u00e9culas. Extra\u00e7\u00e3o e purifica\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias humificadas; Fundamentos te\u00f3ricos dos m\u00e9todos espectrosc\u00f3picos; instrumenta\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e funcionamento de equipamentos; An\u00e1lise de espectros. Aplica\u00e7\u00e3o das espectroscopias na caracteriza\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria org\u00e2nica humificada. Indicadores de qualidade da mat\u00e9ria org\u00e2nica. Rela\u00e7\u00e3o estrutura \u2013 atividade (SAR). Efeitos fisiol\u00f3gicos da mat\u00e9ria h\u00famica.<\/p>\n<p><strong>SOL 3730 Qu\u00edmica do Solo 3 (34+34) I<br \/>\n(Prof. Gabriel Ramatis Pugliese Andrade \u2013 Coord.)<\/strong><\/p>\n<p>Revis\u00e3o de conceitos b\u00e1sicos de qu\u00edmica. Fase l\u00edquida do solo, atividade i\u00f4nica e equil\u00edbrios qu\u00edmicos em solu\u00e7\u00e3o. Rea\u00e7\u00f5es de precipita\u00e7\u00e3o e dissolu\u00e7\u00e3o. Estabilidade mineral. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 mineralogia e mat\u00e9ria org\u00e2nica do solo. Qu\u00edmica de superf\u00edcie, cargas do solo e adsor\u00e7\u00e3o. Acidez do solo. Solos salinos e alcalinos. Processos redox nos solos. M\u00e9todos anal\u00edticos usados em qu\u00edmica do solo.<\/p>\n<p><strong>SOL 3732 Mineralogia do Solo 3 (34+34) II<br \/>\n(Prof. Gabriel Ramatis Pugliese Andrade\u00a0\u2013 Coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nConceitos b\u00e1sicos de cristalografia e qu\u00edmica cristalina. Petrologia e principais silicatos. Filossilicatos da fra\u00e7\u00e3o argila dos solos. \u00d3xidos de Fe e Al da fra\u00e7\u00e3o argila dos solos. Pedog\u00eanese e forma\u00e7\u00e3o de minerais. Mineralogia dos solos brasileiros. Mineralogia e o sistema solo-\u00e1gua-planta. Processos biol\u00f3gicos e rea\u00e7\u00f5es minerais nos solos. Mineralogia e processos ambientais. Difra\u00e7\u00e3o de raios-X (DRX) e outras t\u00e9cnicas de investiga\u00e7\u00e3o mineral.<\/p>\n<p><strong>SOL 3740 F\u00edsica do Solo 3 (34+34) I<br \/>\n(Prof. Cl\u00e1udio Roberto Marciano &#8211; coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nO solo do ponto de vista f\u00edsico. Matriz do solo. Espa\u00e7o poroso do solo. Intera\u00e7\u00e3o \u00e1gua-ar-matriz do solo. Infiltra\u00e7\u00e3o, reten\u00e7\u00e3o e movimento da \u00e1gua no solo. Resist\u00eancia do solo. Temperatura do solo. Qualidade estrutural do solo para o crescimento de plantas.<\/p>\n<p><strong>TAL 3601 T\u00f3picos Especiais em \u00d3leos Essenciais\u00a0 3 (34+34) I<br \/>\n(Prof. Daniel Gon\u00e7alves &#8211; coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nPrincipais assuntos: Caracteriza\u00e7\u00e3o qu\u00edmica de \u00f3leos essenciais. Extra\u00e7\u00e3o\/obten\u00e7\u00e3o por m\u00e9todos convencionais e tecnologias emergentes, caracteriza\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e aplica\u00e7\u00e3o de \u00f3leos essenciais em diferentes \u00e1reas (alimentos, f\u00e1rmacos, cosm\u00e9ticos, sa\u00fade, etc.). Atividades biol\u00f3gicas e terap\u00eauticas. Ferramentas\/t\u00e9cnicas de an\u00e1lise e quantifica\u00e7\u00e3o de \u00f3leos essenciais. Par\u00e2metros de qualidade e seguran\u00e7a. Ferramentas de Perfumaria\/Olfatometria.\u00a0 M\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o: Gradua\u00e7\u00e3o: Avalia\u00e7\u00e3o escrita elaborada pelos p\u00f3s-graduandos e avalia\u00e7\u00e3o escrita elaborada pelo docente.\u00a0 P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o: Avalia\u00e7\u00e3o escrita, relat\u00f3rios de aulas pr\u00e1ticas, apresenta\u00e7\u00e3o de semin\u00e1rio. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m ser\u00e1 crit\u00e9rio de avalia\u00e7\u00e3o o levantamento de informa\u00e7\u00f5es ao longo das aulas.<\/p>\n<p><strong>TAL 3700 Bioqu\u00edmica Geral 3 (51+00) I<br \/>\n(Prof\u00aa Daniela Barros de Oliveira \u2013 Coord., Prof\u00aa Rita da Trindade Nobre Soares, Prof\u00aa Karla Silva Ferreira)<br \/>\n<\/strong><br \/>\n\u00c1cidos nucl\u00e9icos. Amino\u00e1cidos e prote\u00ednas. Catabolismo de amino\u00e1cidos. Enzimas e coenzimas. Carboidratos. Catabolismo de carboidratos. Bioss\u00edntese de carboidratos. Utiliza\u00e7\u00e3o de Acetil-CoA: ciclos de Krebs e do glioxilato. Cadeia transportadora de el\u00e9trons e fosforila\u00e7\u00e3o oxidativa. Lip\u00eddeos e Membranas. Catabolismo de lip\u00eddeos. Bioss\u00edntese de lip\u00eddeos.<\/p>\n<p><strong>TAL 3701 Qu\u00edmica Org\u00e2nica do Organismo Vivo II 3 (51+00)<br \/>\n(Prof\u00aa Leda Mathias \u2013 Coord. e Prof. Ivo Jos\u00e9 C. Vieira)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nElementos necess\u00e1rios para a vida: hidrocarbonetos saturados e insaturados, compostos org\u00e2nicos, contendo oxig\u00eanio e nitrog\u00eanio. Os compostos da vida: carboidratos, lip\u00eddeos, prote\u00ednas, enzimas, vitaminas e horm\u00f4nios, caminhos metab\u00f3licos e \u00e1cidos nucl\u00e9icos.<\/p>\n<p><strong>TAL 3706 An\u00e1lise de Alimentos I 3 (34+34)<br \/>\n(Prof\u00aa Daniela Barros de Oliveira e Prof\u00aa Karla Silva Ferreira \u2013 Coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nCaracter\u00edsticas de identidade e qualidade de alimentos. Preparo e padroniza\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es. Titulometria. Determina\u00e7\u00e3o de densidade, acidez, pH, umidade, res\u00edduo mineral fixo, minerais individuais, lip\u00eddios totais, prote\u00edna bruta e carboidratos nos alimentos. Princ\u00edpios de espectrofotometria e cromatografia em an\u00e1lise de alimentos.<\/p>\n<p><strong>TAL 3707 Qu\u00edmica de Alimentos 3 (34+34)<br \/>\n(Prof\u00aa Daniela Barros de Oliveira e Prof\u00aa Karla Silva Ferreira \u2013 Coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nIntrodu\u00e7\u00e3o \u00e0 composi\u00e7\u00e3o de alimentos. \u00c1gua. Carboidratos e Fibras. Prote\u00ednas e amino\u00e1cidos. Lip\u00eddios. Vitaminas. Minerais. Pigmentos e sabores naturais de alimentos. Toxicantes naturais. Aditivos para alimentos.<\/p>\n<p><strong>TAL 3710 Microbiologia de Alimentos 3 (51+00) II<br \/>\n(Prof\u00aa Meire L\u00e9lis Leal Martins)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nImport\u00e2ncia da microbiologia dos alimentos. Fatores a serem considerados na investiga\u00e7\u00e3o de microorganismos em alimentos. Fatores que afetam a multiplica\u00e7\u00e3o dos microorganismos nos alimentos. Contamina\u00e7\u00e3o dos alimentos. Conserva\u00e7\u00e3o dos alimentos. Microbiologia e altera\u00e7\u00e3o de alguns produtos aliment\u00edcios. Toxinfec\u00e7\u00f5es alimentares. Alimentos e bebidas produzidos por fermenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>TAL 3712 T\u00f3picos em An\u00e1lise de Processos Industriais da Engenharia de Alimentos 3 (34+34)<br \/>\n(Prof. Victor Haber Perez \u2013 Coord.)<\/strong><\/p>\n<p>S\u00e3o apresentados os procedimentos usados na Engenharia de Processos para a s\u00edntese e an\u00e1lise de processos aplicados \u00e0 ind\u00fastria de alimentos, tomando como ponto de partida alguns dos fluxogramas tradicionais, entre os quais incluem-se: Produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00facar e \u00e1lcool, bebidas fermentadas, processamento de \u00f3leos e gorduras e a produ\u00e7\u00e3o de sucos.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>TAL 3714 Metabolismo e An\u00e1lise de Pigmentos Naturais 3 (34+34)<br \/>\n(Prof\u00aa Daniela Barros de Oliveira)<\/strong><\/p>\n<p>Pigmentos naturais de alimentos. Espectrometria de UV, CCD e CLAE. Compostos heteroc\u00edclicos com estrutura tetrapirr\u00f3lica. Compostos de estruturas isopren\u00f3ides. Flavon\u00f3ides. Betala\u00ednas. Riboflavina e riboflavina 5\u00b4fosfato. Outros corantes.<\/p>\n<p><strong>TAL 3715\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 T\u00f3picos especiais em opera\u00e7\u00f5es de desidrata\u00e7\u00e3o de alimentos \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a04 (51+34)\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0(Prof\u00aa N\u00e1dia Rosa Pereira)<\/strong><\/p>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o aos m\u00e9todos de desidrata\u00e7\u00e3o de alimentos. Fen\u00f4menos de transfer\u00eancia de calor e massa. Cin\u00e9tica de desidrata\u00e7\u00e3o osm\u00f3tica e secagem. Isotermas de sor\u00e7\u00e3o. Tipos de secadores: bandeja, rotativos, pneum\u00e1ticos e leito fluidizado de produtos agroindustriais. Altera\u00e7\u00f5es das caracter\u00edsticas do produto em fun\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de processo.<\/p>\n<p><strong>TAL 3716\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Tratamento e aproveitamento de res\u00edduos agropecu\u00e1rios\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 3 (51+00)\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 <\/strong><\/p>\n<p><strong><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0(Prof\u00aa Luana Pereira de Moraes)<\/strong><\/strong><\/p>\n<p>Caracteriza\u00e7\u00e3o das \u00e1guas residu\u00e1rias e res\u00edduos s\u00f3lidos industriais. Tratamento prim\u00e1rio, secund\u00e1rio e terci\u00e1rio.M\u00e9todos f\u00edsicos, qu\u00edmicos e biol\u00f3gicos. Tratamento de res\u00edduos s\u00f3lidos. Aproveitamento de res\u00edduos agroindustriais. Legisla\u00e7\u00e3o para res\u00edduos da ind\u00fastria aliment\u00edcia.<\/p>\n<p><strong>TAL 3723 Qu\u00edmica Biorg\u00e2nica 4 (68+00) I\u00a0 (TAL 3722 ou QUI 1728)<br \/>\n(Prof\u00aa Leda Mathias e Prof. Ivo Jos\u00e9 Curcino)<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o e considera\u00e7\u00f5es gerais. Metab\u00f3litos prim\u00e1rios. A via do \u00e1cido chiqu\u00edmico. A via dos policet\u00eddeos. A via do \u00e1cido meval\u00f4nico &#8211; os terpenos. Os alcal\u00f3ides. N-heteroarom\u00e1ticos.<\/p>\n<p><strong>TAL 3724 M\u00e9todos F\u00edsicos de An\u00e1lise Org\u00e2nica 3 (51+00) I (TAL 3701)<br \/>\n(Prof. Ivo Jos\u00e9 C. Vieira, Prof. Raimundo Br\u00e1z-Filho, Prof\u00aa Leda Mathias e Prof. Edmilson Jos\u00e9 Maria)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nEspectometria no ultravioleta e vis\u00edvel (UV\/VIS). Espectometria no infravermelho (IV). Resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear de hidrog\u00eanio (RMN1H) e carbono-13 (RMN13C). Espectometria de massas (EM). Resson\u00e2ncia magn\u00e9tica nuclear de hidrog\u00eanio (RMN1H) e carbono-13 (RMN13C).<\/p>\n<p><strong>TAL 3730 Processamento de Frutos e Hortali\u00e7as 3 (51+00)I<br \/>\n(Prof\u00aa N\u00e1dia Rosa Pereira \u2013 Coord.)<\/strong><\/p>\n<p>Introdu\u00e7\u00e3o ao processamento de alimentos. Opera\u00e7\u00f5es unit\u00e1rias utilizadas na industrializa\u00e7\u00e3o de frutas e hortali\u00e7as. Processamento de frutas e hortali\u00e7as.<\/p>\n<p><strong>TAL 3740 Tecnologia P\u00f3s-colheita de Frutos e Hortali\u00e7as 3 (34+34) II<br \/>\n(Prof. Eder Dutra de Resende \u2013Coord.)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nTecnologia de P\u00f3s-colheita. Aspectos fisiol\u00f3gicos do desenvolvimento de frutos e hortali\u00e7as. Desordens fisiol\u00f3gicas no processo p\u00f3s-colheita. Fatores importantes da pr\u00e9-colheita e colheita. Embalagem, transporte e armazenamento de frutos e hortali\u00e7as e tecnologia e qualidade p\u00f3s-colheita.<\/p>\n<p><strong>TAL 3752 T\u00f3picos Avan\u00e7ados em Tecnologia de Produtos Agropecu\u00e1rios<br \/>\n(Prof. F\u00e1bio da Costa Henry \u2013 Coord.)<\/strong><\/p>\n<p>Capacitar o aluno sobre a conserva\u00e7\u00e3o de alimentos (pontos cr\u00edticos). Altera\u00e7\u00f5es em alimentos. Caracter\u00edsticas dos alimentos processados. Embalagens especiais empregadas na ind\u00fastria de alimentos. Beneficiamento de subprodutos.<\/p>\n<p><strong>XYZ 3895** Trabalhos de Laborat\u00f3rios 1 a 3 (34 a 102) I e II<br \/>\n(Disciplina de conceito H ou N)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nTrabalhos de laborat\u00f3rio n\u00e3o constantes nas aulas pr\u00e1ticas das disciplinas oferecidas, mas importantes para o treinamento global do estudante. O programa ser\u00e1 organizado pelo Professor respons\u00e1vel pelos trabalhos.<\/p>\n<p><strong>XYZ 3896** Problemas Especiais 1 a 3 (17 a 51) I e II<br \/>\n(Disciplinas de conceito H ou N)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nAulas sobre t\u00f3picos especiais n\u00e3o constantes das disciplinas oferecidas regularmente, mas importantes para a forma\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do estudante. O programa ser\u00e1 organizado pelo Professor respons\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>XYZ 3897** Estudo Dirigido 1 a 3 (17 a 51) I e II<br \/>\n(Disciplina de conceito H ou N)<br \/>\n<\/strong><br \/>\nEstudo individual sobre determinados t\u00f3picos n\u00e3o constantes das disciplinas oferecidas regularmente, mas importantes para a forma\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do estudante. O programa ser\u00e1 organizado pelo Professor respons\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>SPV 3891 Semin\u00e1rio I 1 (17+0)<br \/>\n(Disciplina de conceito H ou R)<br \/>\n(Prof\u00aa Virginia Silva Carvalho \u2013 Coord. e colaboradores)<\/strong><\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria para os p\u00f3s-graduandos, mestrandos e doutorandos, que est\u00e3o no primeiro semestre do seu treinamento no Programa. Ser\u00e1 ministrada na forma de palestras e versar\u00e1 sobre temas importantes na \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o vegetal, envolvendo as linhas de pesquisa em Agricultura Irrigada; Engenharia e Economia na Agricultura; Fisiologia Vegetal; Fitossanidade; Fitomelhoramento; Manejo, Propaga\u00e7\u00e3o de Plantas e Controle de Qualidade de Sementes e Gr\u00e3os; Solos e Nutri\u00e7\u00e3o de Plantas; Tecnologia de Alimentos e Constituintes Qu\u00edmicos Vegetais. Ser\u00e3o proferidas palestras pelos p\u00f3s-graduandos, docentes e professores convidados.<\/p>\n<p><strong>SPV 3892 Semin\u00e1rio II (17+0) (SPV 3891)<br \/>\n(Disciplina de conceito H ou R)<br \/>\n(Prof\u00aa Virginia Silva Carvalho \u2013 Coord. e colaboradores)<\/strong><\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria para os p\u00f3s-graduandos, mestrandos e doutorandos, que est\u00e3o no segundo semestre do seu treinamento no Programa. Ser\u00e1 ministrada na forma de palestras e versar\u00e1 sobre temas importantes na \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o vegetal, envolvendo as linhas de pesquisa em Agricultura Irrigada; Engenharia e Economia na Agricultura; Fisiologia Vegetal; Fitossanidade; Fitomelhoramento; Manejo, Propaga\u00e7\u00e3o de Plantas e Controle de Qualidade de Sementes e Gr\u00e3os; Solos e Nutri\u00e7\u00e3o de Plantas; Tecnologia de Alimentos e Constituintes Qu\u00edmicos Vegetais. Ser\u00e3o proferidas palestras pelos p\u00f3s-graduandos, docentes e professores convidados.<\/p>\n<p><strong>SPV 3893 Semin\u00e1rio III (17+0) (SPV 3891 e SPV 3892)<br \/>\n(Disciplina de conceito H ou R)<br \/>\n(Prof\u00aa Virginia Silva Carvalho \u2013 Coord. e colaboradores)<\/strong><\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria para os p\u00f3s-graduandos, doutorandos, que est\u00e3o no terceiro semestre do seu treinamento no Programa. Ser\u00e1 ministrada na forma de palestras e versar\u00e1 sobre temas importantes na \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o vegetal, envolvendo as linhas de pesquisa em Agricultura Irrigada; Engenharia e Economia na Agricultura; Fisiologia Vegetal; Fitossanidade; Fitomelhoramento; Manejo, Propaga\u00e7\u00e3o de Plantas e Controle de Qualidade de Sementes e Gr\u00e3os; Solos e Nutri\u00e7\u00e3o de Plantas; Tecnologia de Alimentos e Constituintes Qu\u00edmicos Vegetais. Ser\u00e3o proferidas palestras pelos p\u00f3s-graduandos, docentes e professores convidados.<\/p>\n<p><strong>SPV 3894 Semin\u00e1rio IV (17+0) (SPV 3891, SPV 3892 e SPV 3893)<br \/>\n(Disciplina de conceito H ou R)<br \/>\n(Prof\u00aa Virginia Silva Carvalho \u2013 Coord. e colaboradores)<\/strong><\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria para os p\u00f3s-graduandos, doutorandos, que est\u00e3o no quarto semestre do seu treinamento no Programa. Ser\u00e1 ministrada na forma de palestras e versar\u00e1 sobre temas importantes na \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o vegetal, envolvendo as linhas de pesquisa em Agricultura Irrigada; Engenharia e Economia na Agricultura; Fisiologia Vegetal; Fitossanidade; Fitomelhoramento; Manejo, Propaga\u00e7\u00e3o de Plantas e Controle de Qualidade de Sementes e Gr\u00e3os; Solos e Nutri\u00e7\u00e3o de Plantas; Tecnologia de Alimentos e Constituintes Qu\u00edmicos Vegetais. Ser\u00e3o proferidas palestras pelos p\u00f3s-graduandos, docentes e professores convidados.<\/p>\n<p><strong>XYZ 3899** Pesquisa I e II<br \/>\n(Conceito S ou N)<br \/>\n<\/strong><br \/>\n<strong>** XYZ \u00e9 substitu\u00eddo pelas tr\u00eas letras c\u00f3digos\u2019 dos Laborat\u00f3rios. <\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Ementas As disciplinas s\u00e3o codificadas por tr\u00eas letras mai\u00fasculas, referentes ao Laborat\u00f3rio que a ministra, seguidas pelo n\u00famero de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":21,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":12,"comment_status":"closed","ping_status":"open","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-17","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/producao-vegetal\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/17","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/producao-vegetal\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/producao-vegetal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/producao-vegetal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/21"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/producao-vegetal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/producao-vegetal\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/17\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uenf.br\/posgraduacao\/producao-vegetal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}