{"id":824,"date":"2013-07-17T19:51:45","date_gmt":"2013-07-17T19:51:45","guid":{"rendered":"http:\/\/uenf.br\/reitoria\/agenciainovacao\/?page_id=824"},"modified":"2013-07-23T15:44:07","modified_gmt":"2013-07-23T15:44:07","slug":"824-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/uenf.br\/reitoria\/agenciainovacao\/empreendedorismo-e-inovacao\/parques-tecnologicos\/824-2\/","title":{"rendered":"Taxonomia dos Parques Tecnol\u00f3gicos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\" align=\"center\"><span style=\"text-align: justify\">O \u00a0prop\u00f3sito de uma Taxonomia \u00e9 identificar e classificar grupos com caracter\u00edsticas espec\u00edficas. Desta forma, \u00e9 poss\u00edvel abord\u00e1-los de forma diferente e precisa. Apresentaremos a seguir a Taxonomia proposta pela ABDI\/ANPROTEC, que permite a defini\u00e7\u00e3o de uma metodologia objetiva para caracterizar um Parque Tecnol\u00f3gico, sua relev\u00e2ncia e impacto na regi\u00e3o onde est\u00e1 inserido.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O \u201cmundo dos PqTs\u201d busca oferecer as condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis para que se encontre um EQUIL\u00cdBRIO, uma onda de \u201cN\u00c3O RESIST\u00caNCIA\u201d ou um \u201cESPA\u00c7O DE M\u00c1XIMA PERFORMANCE\u201d para o desenvolvimento de novas empresas, a intera\u00e7\u00e3o universidade-empresa e a pr\u00e1tica da inova\u00e7\u00e3o com competitividade. Tal rela\u00e7\u00e3o \u00e9 demonstrada na figura 1.<\/p>\n<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/uenf.br\/reitoria\/agenciainovacao\/files\/2013\/07\/figura-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-825 aligncenter\" alt=\"figura 1\" src=\"http:\/\/uenf.br\/reitoria\/agenciainovacao\/files\/2013\/07\/figura-1.jpg\" width=\"498\" height=\"348\" srcset=\"https:\/\/uenf.br\/reitoria\/agenciainovacao\/files\/2013\/07\/figura-1.jpg 498w, https:\/\/uenf.br\/reitoria\/agenciainovacao\/files\/2013\/07\/figura-1-300x209.jpg 300w, https:\/\/uenf.br\/reitoria\/agenciainovacao\/files\/2013\/07\/figura-1-150x104.jpg 150w, https:\/\/uenf.br\/reitoria\/agenciainovacao\/files\/2013\/07\/figura-1-400x279.jpg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 498px) 100vw, 498px\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"center\">Figura 01: Atores Fundamentais<\/p>\n<p align=\"center\">Fonte: ANPROTEC\/ABDI,2008<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Desta forma, a Taxonomia proposta se estrutura a partir de DOIS EIXOS B\u00c1SICOS:<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\">\n<li><b>Base de Ci\u00eancia e Tecnologia (C&amp;T):<\/b> leva em conta os par\u00e2metros, indicadores e caracter\u00edsticas do Parque Tecnol\u00f3gico e da regi\u00e3o entorno no que diz respeito \u00e0 base de conhecimento existente na regi\u00e3o na forma de universidades, institui\u00e7\u00f5es de C&amp;T, profissionais qualificados, hist\u00f3rico de projetos de P&amp;D, infra-estrutura para pesquisa, sistema educacional, investimentos p\u00fablicos e privados em P&amp;D, etc.<\/li>\n<li><b style=\"text-align: justify\">Base Empresarial:<\/b><span style=\"text-align: justify\"> Leva em considera\u00e7\u00e3o fatores relacionados \u00e0 densidade de empresas inovadoras e \u00e0 cultura de empreendedorismo e inova\u00e7\u00e3o existente na regi\u00e3o, avaliada na forma de empresas de tecnologia estabelecidas, hist\u00f3rico e gera\u00e7\u00e3o de start-ups, exist\u00eancia de organiza\u00e7\u00f5es de venture capital, receitas geradas por empresas inovadoras e n\u00edvel de globaliza\u00e7\u00e3o dos neg\u00f3cios, entre outros fatores.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\">Dentre os v\u00e1rios sistemas e metodologias de indicadores analisados para se avaliar a \u201cbase de C&amp;T e a base Empresarial\u201d de um Parque Tecnol\u00f3gico vale destacar os cinco grupos de indicadores do \u201cEuropean Innovation Scoreboad\u201d utilizados para avaliar o progresso e a evolu\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses da Comunidade Europ\u00e9ia na \u00e1rea de Inova\u00e7\u00e3o: <i>Innovation Drivers<\/i> (Motores da Inova\u00e7\u00e3o), <i>Knowledge Creation<\/i> (Cria\u00e7\u00e3o do Conhecimento), <i>Innovation and Entrepreneurship<\/i> (Inova\u00e7\u00e3o e Empreendedorismo), \u201cApplication of Knowledge\u201d e <i>Intellectual Property <\/i>(Propriedade Intelectual).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Este e outros sistemas de avalia\u00e7\u00e3o permitem a defini\u00e7\u00e3o de uma metodologia objetiva para estabelecer o \u201cN\u00edvel de Relev\u00e2ncia\u201d da base de C&amp;T e empresarial de um Parque e da regi\u00e3o onde est\u00e1 inserido. Este \u201cN\u00edvel de Relev\u00e2ncia\u201d se constitui na escala de gradua\u00e7\u00e3o dos dois Eixos B\u00e1sicos da Taxonomia, dividida em:<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify\">\n<li><b>Relev\u00e2ncia Nacional\/Mundial<\/b> \u2013 aplic\u00e1vel \u00e0queles PqTs que apresentam uma Base de C&amp;T ou Base Empresarial de destaque nacional e capaz de posicionar o pa\u00eds de forma significativa no cen\u00e1rio internacional.<\/li>\n<li><b>Relev\u00e2ncia Regional<\/b> \u2013 aplic\u00e1vel aos PqTs cujos indicadores de C&amp;T e empresarial se destacam no pa\u00eds no \u00e2mbito regional<\/li>\n<li><b>Relev\u00e2ncia Local<\/b> \u2013 aplic\u00e1vel aos projetos cujos indicadores ficam restritos ao \u00e2mbito Local<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify\">Este esfor\u00e7o permite a devida orienta\u00e7\u00e3o a projetos futuros, estabelecendo as pol\u00edticas de desenvolvimento e as diretrizes de investimento. A proposta evidencia elementos que definem (i) a Estrat\u00e9gia de Posicionamento do Parque Tecnol\u00f3gico, (ii) a Caracteriza\u00e7\u00e3o do Entorno e a (iii) Caracteriza\u00e7\u00e3o do Parque.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Assim, como ilustrado na figura 2, a Taxonomia desenvolvida prop\u00f5e quatro grandes categorias para classifica\u00e7\u00e3o dos Parques Tecnol\u00f3gicos:<\/p>\n<ol>\n<li style=\"text-align: justify\"><b>Parque Tecnol\u00f3gico \u201cconsolidado\u201d<\/b> \u2013 contemplando os empreendimentos que possuem \u201cbase de C&amp;T e base Empresarial\u201d de relev\u00e2ncia mundial\/nacional.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><b>Parque \u201cCIENT\u00cdFICO-tecnol\u00f3gico\u201d<\/b> \u2013 PqTs com destaque da base de C&amp;T em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 base empresarial<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><b>Parque \u201cEMPRESARIAL-tecnol\u00f3gico\u201d<\/b> \u2013 PqTs com destaque da base Empresarial em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 base de C&amp;T<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\"><b>Parque Tecnol\u00f3gico \u201cemergente\u201d<\/b> \u2013 PqTs que apresentam base de C&amp;T e Empresarial de n\u00edvel regional.<\/li>\n<\/ol>\n<p><b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p align=\"center\"><a href=\"http:\/\/uenf.br\/reitoria\/agenciainovacao\/files\/2013\/07\/figura-2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-826 aligncenter\" alt=\"figura 2\" src=\"http:\/\/uenf.br\/reitoria\/agenciainovacao\/files\/2013\/07\/figura-2.jpg\" width=\"498\" height=\"348\" srcset=\"https:\/\/uenf.br\/reitoria\/agenciainovacao\/files\/2013\/07\/figura-2.jpg 498w, https:\/\/uenf.br\/reitoria\/agenciainovacao\/files\/2013\/07\/figura-2-300x209.jpg 300w, https:\/\/uenf.br\/reitoria\/agenciainovacao\/files\/2013\/07\/figura-2-150x104.jpg 150w, https:\/\/uenf.br\/reitoria\/agenciainovacao\/files\/2013\/07\/figura-2-400x279.jpg 400w\" sizes=\"auto, (max-width: 498px) 100vw, 498px\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"center\">Figura 2: Eixos B\u00e1sicos da Taxonomia<\/p>\n<p align=\"center\">Fonte: ANPROTEC\/ABDI, 2008<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><b>\u00a0<\/b><b>PERFIL T\u00cdPICO DOS PARQUES TECNOL\u00d3GICOS NO BRASIL<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Apesar de constituir uma experi\u00eancia relativamente recente, o movimento de Parques Tecnol\u00f3gicos no Brasil j\u00e1 permite identificar algumas caracter\u00edsticas t\u00edpicas que configuram a base que pode se consolidar como um modelo brasileiro de PqTs:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os PqTs brasileiros possuem um forte relacionamento com mecanismos e iniciativas de promo\u00e7\u00e3o de empreendedorismo inovador, especialmente incubadoras de empresas:<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify\">\n<li>Em geral os parques est\u00e3o relacionados com um programa formal de planejamento regional, constituindo uma parte importante da estrat\u00e9gia de desenvolvimento econ\u00f4mico e tecnol\u00f3gico;<\/li>\n<li>Os projetos de PqTs normalmente t\u00eam sido liderados por entidades gestoras de programas bem sucedidos na \u00e1rea de incuba\u00e7\u00e3o de empresas, transfer\u00eancia de tecnologia universidade-empresa e pesquisa e desenvolvimento para o setor empresarial;<\/li>\n<li>Os espa\u00e7os f\u00edsicos escolhidos para implantar os PqTs geralmente s\u00e3o origin\u00e1rios de \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos ou de universidades;<\/li>\n<li>Empresas estatais de grande porte e compet\u00eancia tecnol\u00f3gica tem desempenhado papel cada vez mais importante na alavancagem e consolida\u00e7\u00e3o de PqTs;<\/li>\n<li>Em fun\u00e7\u00e3o do car\u00e1ter emergente da ind\u00fastria de tecnologia no pa\u00eds, os PqTs v\u00eam ocupando um espa\u00e7o como verdadeiras refer\u00eancias f\u00edsicas do processo de desenvolvimetno dos p\u00f3los tecnol\u00f3gicos brasileiros.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify\">\n<p style=\"text-align: justify\">Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify\">ANPROTEC-ABDI. <b>Parques Tecnol\u00f3gicos no Brasil \u2013 Estudo, An\u00e1lise e Proposi\u00e7\u00f5es.<\/b> In XVIII Semin\u00e1rio Nacional de Parques Tecnol\u00f3gicos e Incubadoras de Empresas. ANPROTEC \u2013 ABDI, 2008.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify\">REINC &#8211; Rede de Incubadoras, P\u00f3los e Parques Tecnol\u00f3gicos do Rio de Janeiro. <b>Proposi\u00e7\u00e3o de uma Pol\u00edtica Estadual de Implanta\u00e7\u00e3o e Consolida\u00e7\u00e3o de Parques Tecnol\u00f3gicos do Rio de Janeiro.<\/b> REINC, 2009<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00a0prop\u00f3sito de uma Taxonomia \u00e9 identificar e classificar grupos com caracter\u00edsticas espec\u00edficas. 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