Inventário de livros

 

Mulheres na Atividade Pesqueira no Brasil 

Campos dos Goytacazes – RJ UENF/EdUENF 2019

Silvia Alicia Martínez e Luceni Hellebrandt (orgs.)

Link do e-book completo: mulheres da pesca_livro 01_rodape refeito

Sinopse

Pescadora, fileteira, descascadeira, marisqueira, catadora, remendeira, vendedora, mulher de pescador… são tantos nomes assim como são diversificadas as atividades das mulheres no universo da pesca. A presença feminina nas atividades produtivas da pesca artesanal é inegável. É comum se deparar com mulheres nas tarefas de confecção de redes, na captura de mariscos, moluscos e do próprio peixe, no processamento de pescados, como evisceração e filetagem, no beneficiamento de produtos à base de pescados como salgados e embutidos e na comercialização. Apesar das mulheres sempre haver estado presentes na pesca, este grupo social heterogêneo e plural não é enxergado pela sociedade, pela comunidade em que está inserido, pelo poder público e, na maior parte das vezes, até há ausência de autorreconhecimento das próprias mulheres enquanto trabalhadoras da pesca. Os trabalhos executados por mulheres na pesca artesanal são permeados pela invisibilidade e são comumente relegados à categoria de ajuda. Pode-se somar a esses aspectos a escassa atenção dispendida a este grupo social pela própria academia, o que permite afirmar que também o primado da invisibilidade permeia o olhar hegemônico de pesquisadores e pesquisadoras quando os temas da pesca e do conhecimento sobre a pesca aparecem pautados. Contribuindo para romper com essa “tradição”, esta coletânea de textos vem marcar a atuação das mulheres nos diferentes lugares que a atividade pesqueira exige.

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Economia Solidária e Desenvolvimento Social

Perspectivas e Desafios no Contexto da Educação Ambiental – 2019

Campos dos Goytacazes – RJ UENF/EdUENF 2019

Organização: Geraldo Márcio Timóteo

Link do e-book completo: economia solidária e desenvolvimento social

 

O livro trata da questão da “Educação Ambiental com participação
popular: avançando na Gestão Democrática do Ambiente”. Seus argumentos, distribuídos em oito capítulos analíticos é finalizado com uma obra de arte do Poeta Pescador Sr. Jorge Barcelos, que nos alerta para a necessidade de elevarmos nossa voz em nome da natureza ameaçada. Diz ele que “Meu grito é a tua voz, preservar e respeitar a natureza é um dever de todos nós…” – alerta esse mais do que necessário, pois que se coloca como urgente diante da faina que marca o nosso desenvolvimento econômico que não considera os imperativos da natureza, sejam eles biológicos ou sociais, em sua marcha para o futuro.

 

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Educação Ambiental com Participação Popular: Avançando na Gestão Democrática do Ambiente 

Campos dos Goytacazes – RJ UENF/EdUENF 2019

Link do e-book completo: Educação Ambiental com Participação Popular

Geraldo Marcio Timóteo (Coordenador)

APRESENTAÇÃO

Esta é uma segunda edição da obra Educação Ambiental com participação popular: avançando na gestão democrática do ambiente que, de maneira pioneira, trouxe à tona as primeiras reflexões acerca do Projeto de Educação Ambiental Pescarte (PEA Pescarte). Nesta versão, revisada e ampliada, há uma nova contribuição: um capítulo de abertura de extrema importância para entendermos os parâmetros que subsidiam o trabalho do PEA Pescarte desde o início dos suas ações em 2014. Com esse importantíssimo texto do professor e pesquisador José Silva Quintas, “O Pescarte e as concepções estruturantes da educação ambiental na gestão ambiental pública”, o leitor pode entender as bases teórico-epistemológicas do Projeto Pescarte. Para o professor Quintas, a essência do planejamento de um Projeto de Educação Ambiental (PEA) na Gestão Ambiental Pública (GAP) encontra-se na possibilidade de resposta a cinco perguntas: o que fazer (Objetivos), com base em que (Concepção Pedagógica), com quem (Sujeito da Ação Educativa), em que contexto (Socioambiental e Legal), como fazer (Concepção Metodológica), que durante a formulação da proposta dialogam entre si o tempo todo. A partir da resposta a essas perguntas dimensiona-se Equipe, Metas, Custos e Cronogramas.

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Trabalho e Pesca no Litoral Fluminense Reflexões a partir do Censo do PEA Pescarte 

Campos dos Goytacazes – RJ UENF/EdUENF 2019

Geraldo Márcio Timóteo (Coordenador)

Link do e-book completo: Trabalho e Pesca no Litoral Fluminense

O livre parte de uma análise de dois anos e mostra os resultados de uma grande e inédita pesquisa acerca do trabalho com a pesca no Brasil – o Censo Pescarte. Censo este que gerou um substantivo banco de dados acerca da atividade pesqueira e dos sujeitos e seus modos de vida da pesca nos municípios fluminenses de São Francisco de Itabapoana, Campos dos Goytacazes, São João da Barra, Quissamã, Macaé, Cabo Frio e Arraial do Cabo. Censo este que é um dos frutos do trabalho da pesquisa produzido pelo Projeto de Educação Ambiental PEA Pescarte (projeto de mitigação socioambiental desenvolvido por meio da gestão compartilhada entre a Petrobras e a Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro – UENF –, sob supervisão do IBAMA, em cumprimento a uma exigência legal do Licenciamento Ambiental dos empreendimentos marítimos de exploração e produção de petróleo e gás da Petrobras na Bacia de Campos).

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Pescarte:

arte e vida trabalho e poesia

Campos dos Goytacazes – RJ UENF/EdUENF 2019

Geraldo Márcio Timóteo (Coordenador)

Pescarte reúne homens, mulheres e crianças vindos de um mundo pouco conhecido pela maioria das pessoas: o da pesca. A secular e possivelmente milenar atividade pesqueira nas regiões que vão de Arraial do Cabo a São Francisco de Itabapoana, da Região dos Lagos ao Norte Fluminense, nos conta muito da sobrevivência de diferentes gerações nestes lugares. A sobrevivência por meio da atividade da pesca artesanal marca todas as comunidades e as localidades fluminenses e hoje marca um importante espaço de atuação do Projeto de Educação Ambiental (PEA), já conhecido nestes lugares, o Pescarte. Pelas lentes, representações e percepções de integrantes do Pescarte e dos pescadores, pescadoras e seus familiares, somos aqui convidados a ver alguns modos de vida, ações cotidianas e a vislumbrar a riqueza da vida e da cultura desses sujeitos nos sete municípios fluminenses que hoje comportam as ações deste PEA: Arraial do Cabo, Cabo Frio, Macaé, Quissamã, Campos, São João da Barra e São Francisco de Itabapoana.

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Educação Patrimonial: Novos Caminhos na Ação Pedagógica – 2006

Simonne Teixeira (Coordenadora) Silviane de Souza Vieira Tatiana Gonçalves da Silva Adriana Borges Sales Sabrina Viviane de Araújo Lima

Link do e-book completoEducação Patrimonial – novos caminhos na ação pedagógica

 

O termo Educação Patrimonial foi introduzido no Brasil, em “termos conceituais e práticos”, no início dos anos 80, tendo como referência o Heritage Education, trabalho pedagógico desenvolvido na Inglaterra na década anterior (9). No Brasil, inicialmente restrita aos museus, esta proposta metodológica educacional vem ao longo dos anos ganhando espaço. Algumas experiências pontuais têm apresentado excelentes resultados fortalecendo as identidades individual e social, relacionando-as aos contextos culturais aos quais se inserem. A ação educacional que tem por base a questão patrimonial é essencialmente política, apresenta-se como um forte instrumento de cidadania e inclusão social.

 

 

 

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Políticas culturais, trajetórias e diálogos em Campos dos Goytacazes – 2015

Link do e-book completo:  e-book Políticas culturais trajetórias e diálogos em Campos dos Goytacazes

 

Nas últimas décadas o campo dos estudos da cultura, em especial das políticas culturais, passou a ocupar um novo lugar na produção acadêmica. Tal mudança é acelerada, principalmente, no início dos anos 2000. Alguns cânones e velhos saberes vêm sendo colocados à prova desde então. Como nos ensina Michel de Certeau, em A Cultura no Plural, a capacidade de interpretação teórica, dentro de uma sociedade, está estreitamente ligada ao poder político do grupo que elabora tal interpretação e da própria estrutura de sociedade na qual esse grupo conquistou a posição ocupada. A ampliação efetiva do conceito de cultura, com o qual os gestores e elaboradores das políticas culturais vêm trabalhando, tem sua ação refletida, ou melhor, pode ser evidenciada em uma nova leva de estudos acadêmicos e científicos sobre o campo. A ênfase da discussão aqui proposta é de mudança efetiva do conceito de cultura. Pois, não devemos esquecer que nos argumentos do Estado nos anos 1970, período de construção e de implementação de importantes ações que são marcos na história das políticas culturais no Brasil, já havia um discurso, mas não uma prática, sobre um conceito plural de cultura. Tais mudanças mais contemporâneas fizeram emergir, ou permitiram a expressão, de uma série de novos atores sociais, alguns deles presentes nos estudos que são apresentados ao longo dessa coletânea.

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– A Caravana – Territórios do Petróleo

Ressignificando a educação ambiental na Bacia de Campos – EdUENF – 2016

Acesse http://territorios.uenf.br/wp-content/uploads/2018/04/A-Caravana_TerritoriosDoPetroleo.pdf 

Marcelo Carlos Gantos (Coord.)

 

A obra Caravana Territórios do Petróleo relata como estão os projetos, iniciados em maio de 2014, após a primeira década do Programa de Educação Ambiental da Bacia de Campos (PEA-BC). Também aborda sobre a chegada do petróleo no interior do estado do Rio de Janeiro.

A implantação foi promovida pelas Coordenações Gerais de Educação Ambiental (CGEAM) e de Licenciamento de petróleo e Gás (CGPEG) do Ibama  e possui o relato do primeiro movimento de um dos seus projetos, iniciado em maio de 2014 e centrado no controle social da aplicação dos royalties de petróleo. De acordo com a obra, o projeto “Territórios do Petróleo: royalties e vigília cidadã na Bacia de Campos” persegue o ambicioso propósito de promover uma cultura de participação social qualificada num país onde está foi historicamente cerceada ao conjunto da sua população. No plano prático, trata-se do exercício da cidadania por meio da intervenção coletiva, organizada e qualificada na realidade de dez municípios da região.

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Cartilha 01: Territórios do Petróleo: Cidadãos em ação – 2014

Acesse: http://territoriosdopetroleo.eco.br/wp-content/uploads/2018/04/Cartilha-1-1.-bienio-2014-2016.pdf 

Coordenação da Obra: Marcelo Carlos Gantos; Coordenação Pedagógica: Silvia Alicia Martínez
Coordenação da Equipe de Conteúdo: Denise Cunha Tavares Terra; Equipe de Conteúdo: Ana Cristina Coelho dos Santos, Henrique Pedro Pereira da Silva, Joseane de Souza; Concepção metodológica e redação final: Adélia Maria Nehme Simão e Koff

 

O livro aborda assuntos como controle social, royalties, impacto ambiental, além de orçamento municipal, exploração petrolífera, participações especiais e licenciamento.

 

 

 

 

 

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Totem: A Bacia de Campos e o Projeto Territórios do Petróleo

http://territoriosdopetroleo.eco.br/wp-content/uploads/2018/04/TOTEM-TERRIT%C3%93RIOS-II-Ciclo-2018_web-1.pdf 

Realização: Petrobras, Programa de Educação Ambiental (PEA-BC), Licenciamento Ambiental e Uenf

Apresentação:

A Bacia de Campos é uma bacia sedimentar localizada na costa norte do estado do Rio de Janeiro, estendendo-se até o sul do estado do Espírito Santo. Ela é responsável por cerca de 46% da produção de petróleo e gás do Brasil, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) referentes à produção de abril de 2018.
No Estado do Rio, a Bacia de Campos abrange os municípios de Arraial do Cabo, Cabo Frio, Armação dos Búzios,
Casimiro de Abreu, Rio das Ostras, Macaé, Carapebus, Quissamã, Campos dos Goytacazes, São João da Barra e São
Francisco do Itabapoana. À exceção deste último, que não é considerado produtor, os demais municípios estão inseridos no projeto Territórios do Petróleo.

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– A Criança e o Ensino de Ciências: Pesquisas, reflexões e experiências – EdUENF – 2014

Silvia Alícia Martinez (organizadora)

Sinopse:

Com o desejo de examinar detidamente o contexto do ensino de Ciências na Educação Infantil e nas séries iniciais da escolaridade, vinte autores e coautores se debruçam sobre estas temáticas, dando visibilidade ao que parece ser um interesse de pesquisa crescente na área de Educação em Ciências, e em particular – embora não exclusivamente – na de ensino de Biologia. Cabe destacar que temas relacionados ao mundo vivo e ao corpo humano, por exemplo, são representativos dos interesses infantis, concorrendo para dar destaque às temáticas biológicas no ensino de Ciências voltados às crianças e, por conseguinte, fomentando pesquisas sobre o tema.

Em vista disso, diversas iniciativas de investigação surgem potencializadas na obra ” A Criança e o Ensino de Ciências: pesquisas, reflexões e experiências” e evidenciam o interesse de envolver mais amplamente professores (e futuros professores) que trabalham com este segmento nas discussões acerca do ensino de Ciências na Educação infantil e nas séries iniciais.

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Aprendizagem participativa de Ciências no Ensino Fundamental: aulas de campo e práticas de laboratório – 2014

Maria Eugência Totti; Erlise Sanches, Claudete Soares, Leila Alves Vargas e Gabrielle Araújo

 

A obra traz diversas iniciativas que se realizam em colaboração entre as Universidades e as Prefeituras Municipais. Além disso, é fruto do trabalho desenvolvido com docentes da Educação Básica, algumas das quais também autoras da presente obra, da pesquisa e da dedicação da equipe.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Contribuições à prática pedagógica para a Educação Patrimonial – 2008

Simonne Teixeira (org.)

 

Este livro é um trabalho coletivo de alunos da Officina de Estudos do Patrimônio Cultural e apresenta uma parte do patrimônio cultural da cidade de Campos dos Goytacazes, com algumas sugestões de atividades e práticas que permutem ao professor ampliar seu repertório sobre o assunto. E que sirva de incentivo para o professor, para que ele mesmo se torne um pesquisador, mobilizando seus alunos e a comunidade de sua escola para com ele emergir neste universo cheio de sensibilidades da cultura local.

 

 

 

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– Gestão hidráulica na América Latina e Espanha – 2014

Jesús R. Navarro-Garcia, Simonne Teixeira, Alejandro Villasenõr (coords.)

 

Esta publicação propõe colaborar no sentido de oferecer ao leitor, uma visão articulada das possibilidades atuais de abordagens e discursos do fenômeno hídrico, e acentua a necessidade de que a aquisição e integração do conhecimento sobre ele produzido se converta cada dia mais, em responsabilidade dos interessados. Isto se apoia, por um lado, na confiança e na eficácia dos processos participativos de produção e gestão de conhecimento que, como no caso do Seminário Permanente capitaliza o saber transatlântico (tanto local como autóctone) e, por outra parte, enfatiza a troca de experiências entre expertos,, facilitando o acesso a base de conhecimento global e as redes profissionais disponíveis, integrando competências a fim de alargar o enfoque, buscando a cooperação e o aumento de todas as capacidades existentes.

 

 

 

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Conhecimento em processo – Ensaios interdisciplinares sobre Linguagem e Cognição

Organização pedro Lyra

 

Este volume reúne ensaios de mestrandos e professores do Programa Mestrado Interdisciplinar em Cognição e Linguagem do Centro de Ciências do Homem da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro/UENF, sediada em Campos-Rio de janeiro.

É resultante de projetos em andamento ou já consolidados no âmbito das linhas de pesquisa de Mestrado.

Contou com o apoio da CAPES, no programa de inventivo à pesquisa docente/discente: e da FAPERJ, sob a forma de bolsa para pós-graduação.

E configura a primeira publicação oficial do programa editorial desta universidade.

 

 

 

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– Investigação e Ensino de Ciências – Experiências em sala de aula do PROEJA

Organizadores: Marília Paixão Linhares, Sérgio Arruda de Moura

 

O trabalho tem origem do Programa de Integração da Educação Profissional Técnica de Nível Médio ao Ensino Médio na Modalidade Educação de Jovens e Adultos (PROEJA), para atender a demanda de jovens e adultos pela oferta de educação profissional técnica de nível médio. A diretriz do PROEJA é desenvolver uma política educacional que proporcione acesso do público da EJA à educação pública de qualidade, destinada aos jovens e adultos que foram excluídos do sistema educacional.

 

 

 

 

 

 

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– Manual de Aulas Práticas Produzido a partir de projetos em Ensino e Ciências

Renato Augusto DaMatta – Coordenador

O presente Manual se organiza como um valioso instrumento de apoio ao professor e ao aluno de ciências ao propor atividades prático-laboratoriais cujo fim último é proporcionar apoio didático criterioso a todos os envolvidos com o ensino de ciências. O resultado mais notável da aplicação
deste Manual é a construção do fazer científico circunstanciado, calcado no que os teóricos chamam de tratamento científico, isto é, a concepção de que o aprendizado precisa de um lugar no mundo, de um fazer que corresponda ao exercício da abstração no que esta apresenta de melhor: a capacidade
de proporcionar a reflexão crítica, o raciocínio lógico bem como a posterior aplicação do conhecimento. Afinal, uma das maneiras como as teorias científicas são criadas é a partir
da observação dos fenômenos, levantamento de hipóteses, proposição experimental, obtenção de resultados
e conclusão. Esses passos são exercitados nos Protocolos de aulas práticas aqui desenvolvidos.

 

 

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Liceu em quadrinhos – patrimônio, história e memória

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Acervo do Programa de Pós Graduação em Cognição e Linguagem

http://www.pgcl.uenf.br/acervo 

 

 

 

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