UENF institui Comitê de Enfrentamento às Mudanças Climáticas

Diante do avanço dos desafios globais relacionados ao clima e da frequência de eventos meteorológicos extremos, a Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (UENF) deu um passo importante na segurança institucional. Por meio da Portaria UENF SEI N.º 556/2026, assinada pela reitora Rosana Rodrigues nesta sexta-feira, 25/09/26, foi oficialmente instituído o Comitê de Enfrentamento às Mudanças Climáticas. (Veja AQUI).

O novo colegiado tem como principal finalidade propor e acompanhar ações voltadas à prevenção, preparação e resposta rápida a cenários críticos causados por intempéries — tais como chuvas intensas, alagamentos, ventos fortes e ondas de calor extrema  — resguardando tanto o bem-estar da comunidade universitária quanto a continuidade das atividades acadêmicas e administrativas.

Cabe ao Comitê a elaboração de um Protocolo Institucional de Enfrentamento às Mudanças Climáticas da UENF; a proposição de medidas e procedimentos a serem adotados pela Universidade diante de eventos que possam afetar a comunidade universitária ou as atividades institucionais; a articulação com os setores da UENF para a adoção de medidas necessárias em situações de risco; e a proposição de ações de prevenção, conscientização e preparação da comunidade universitária para o enfrentamento das mudanças climáticas.

O Comitê será composto por sete servidores designados institucionalmente, sob a presidência de Rogério Almeida Ribeiro de Castro, prefeito da UENF. São eles: Robison Pecioli de Queiroz, Jociane da Silva Araújo, Vania Maria da Silva Santos, José Ricardo Siqueira, Edwards Frazão Teixeira e Camila Silva Costa.

Segundo Rogério, o grupo de trabalho envolve representantes da Prefeitura da UENF (setores de Gestão Ambiental e Segurança e Medicina do trabalho), Laboratório de Meteorologia (LAMET) e Hospital Veterinário.

— O objetivo é elaborar protocolos para o enfrentamento das mudanças climáticas em nossos campi, principalmente, em relação aos eventos extremos (chuvas, ventos, calor). A ideia é estudar os possíveis impactos e preparar medidas preventivas e medidas pós crises. Como, por exemplo, proteção de nossos servidores e trabalhadores terceirizados que ficam expostos ao sol, poda de árvores, controle de setores, limpeza de calhas, manutenção no sistema de proteção de raios nos prédios, monitoramento do clima, entre outras ações — disse.

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